sábado, 2 de julho de 2016

Pecados. Públicos e privados.

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Podia, por ser sábado e véspera do dia do senhor ou simplesmente por me apetecer, dissertar sobre a arrogância, a gula, ou a luxuria que, naquilo que se relaciona com os pecados capitais é o que mais se propicia à piadola fácil, ao sarcasmo e aos dichotes mais jocosos. Fica para uma próxima oportunidade.


Hoje limito-me à ganância. À minha, nomeadamente. Arriscar uns cobres ao jogo constitui um acto de ganância, dizem. Se assim é, confesso-me um pecador. Mas pouco. Apenas no Placard e com resultados bastante satisfatórios. E depois, ao contrário de outros pecados de outros pecadores – alguns, quiçá, potencialmente mais devotos - este meu pecado não aborrece ninguém. Só a mim, quando não ganho.

4 comentários:

  1. Não vejo qual é o mal em apostar desde que seja feito de forma saudável. É como beber desde que seja com moderação.

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  2. Oxalá que continues a ter sorte e nem eu, nem ninguém deverá criticar porque cada um sabe de si.

    Não aposto em nenhum jogo que meta dinheiro, jogo sim às damas, xadrez etc, etc. com as netas:)))) porque fui bem marcada por quem jogava tudo o que ganhava e por vezes muito além disso. Nem quero recordar...mas jamais em tempo algum condeno quem o faça com o devido controle!

    Um bom domingo

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  3. Este meu "vicio" fica muito mais barato que o tabaco. Caso fumasse um só maço por dia já gastava mais. E não ganhava nada...

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  4. Verdade. E neste caso até é fácil ganhar algum. Por exemplo apostar no empate nos jogos de Portugal é dinheiro em caixa...

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