A esquerda gosta de impostos. Principalmente daqueles que ela entende incidirem sobre os mais ricos. E isso de ser rico é, para a esquerda, um conceito muito abrangente. Basta ter qualquer coisa de seu, mesmo que daí não se obtenha rendimento, para merecer o rotulo de ricaço e merecedor de ser severamente punido por causa disso.
É o caso, já abordado noutros posts, do Imposto municipal sobre imóveis. A geringonça vai providenciar que as câmara o possam aumentar se os prédios estiverem devolutos. Ora tal medida, por mais aplausos que possa receber da ala esquerdista da nossa sociedade, constitui apenas mais um roubo. O país não é Lisboa, o Porto ou, vá, a faixa costeira que vai de Setúbal a Viana do Castelo. Existe outro país para além desse. Onde muitas casas estão fechadas por não haver gente para as ocupar e onde, se esta intenção for para diante, a solução terá de passar pela demolição massiva dos edifícios desocupados e sem perspetivas realistas de poderem, um dia ainda que longínquo, voltarem a ser ocupados de novo. Já estou a imaginar o quão bonitas ficarão as nossas vilas e cidades do interior...
Este é um problema transversal a toda a sociedade e todos, mesmo os que agora aplaudem a ideia, um dias destes vão perceber a estupidez da medida. Basta que comecem a herdar as casas dos pais, dos avós, dos sogros ou da tia rica da província.
Obriguem a União Europeia a colocar mais refugiados em Portugal. Assim estas casas já poderão estar habitadas. Resta é saber se eles querem ir para Portugal...
ResponderEliminarPoderão ser habitadas se os refugiados pagarem renda. Ou o Estado. Mas não vai acontecer, felizmente os invasores preferem os países mais ricos onde a segurança social é mais generosa.
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