sexta-feira, 22 de julho de 2016

A sério?! Mas isso não era no tempo do outro governo?!

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Não percebo. A sério. Mas, de certeza, deve ser problema meu. A explicação será, garantidamente, muito simples. Quando candidato, António Costa elogiou-se em inúmeras ocasiões por ter reduzido a divida da Câmara de Lisboa enquanto, acusava, o governo da altura teria aumentado a divida pública nacional. Esquecia-se de acrescentar – e também ninguém o questionava – que a divida lisboeta foi paga com o dinheiro transferido pelo Estado, na sequência de um acordo sobre os terrenos do aeroporto e que a divida do país teria forçosamente de crescer, quer pelo empréstimo da troika, quer pela inclusão no perímetro orçamental da divida das empresas públicas.


Os dados agora divulgados vêm, mais uma vez, confirmar António Costa como especialista em dividas. Nomeadamente na parte das fazer crescer. Foi assim no governo que integrou com Sócrates, teria sido assim na Câmara de Lisboa não fosse o tal acordo manhoso e é agora, tal como se esperava, enquanto chefe do governo. A realidade é uma chatice. Mesmo para os apaniguados da geringonça. Coitados. Até dá pena o esforço que fazem para, todos os dias, arranjarem argumentos a defender o seu querido líder. É a vida. Já estamos habituados.

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