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quarta-feira, 28 de março de 2018

Coisas do Demo

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Segundo a Deco será a despesa com os lares da terceira idade uma das causas que estará a contribuir para o crescente endividamento das famílias. Foi, julgo, mais ou menos isso que ouvi hoje pela matina quando, ainda meio estremunhado, o gajo da rádio se pôs a dar as noticias. Ora esta coisa das dividas sempre a crescer, seja lá qual for a causa, afigura-se-me como tendo mão do Diabo. O tal que, segundo um fulano qualquer, estaria para chegar mas que, na opinião de outros igualmente idiotas, já teria sido escorraçado e não mais voltaria a estas paragens.


Hesito quanto a isso do Mafarrico não andar por aí. Acho, até, que ele está no meio de nós. Para ficar. É que se as famílias, no presente, têm de se endividar para manterem os idosos nos lares, por as reformas não chegarem para a mensalidade, sempre quero ver como vai ser no futuro. Naquele em que as pensões dos futuros reformados forem metade, ou menos, daquilo que são hoje as dos pensionistas actuais e os vencimentos dos seus descendentes mais baixos do que os daqueles que hoje se endividam para manter os progenitores nos ditos lares.


Assisto, com uma imensa revolta, a gente a ir para a reforma com pensões na casa dos trezentos e quatrocentos euros. Depois de uma vida inteira a pagar as reformas daqueles que se aposentaram dez ou quinze anos mais novos com a pensão igual ao último vencimento e aos quais, agora, tudo é revertido. Ainda por cima, com aumento. A esses – e a mim, já agora – convençam-nos lá que o Diabo não anda por aí à solta montado numa geringonça.


 

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Outro a prever a vinda do Diabo...

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Bom, se é o camarada Louçã a dizer, então, deve ser verdade. A menos que, de agora em diante, perca todas as qualidades que têm feito dele uma voz de referência para a esquerda e passe a ser considerado mais um “passista” qualquer. Daqueles que apenas desejam que os portugueses vivam na miséria.


Não é preciso ser “dótor”, ter uma inteligência por aí além ou possuir dotes adivinhatórios para concluir que, por este caminho, a coisa vai voltar a dar para o torto. E a culpa, lamento contrariar a generalidade das opiniões, não é maioritariamente dos políticos. É nossa. Dos portugueses. Daqueles que exigem que todos os dias sejam de festa e que haja festa todos os dias. À conta do Estado. Admito que tristezas não paguem dividas. Mas estas, as dividas, rapidamente tratam de nos tirar a alegria. Já devíamos saber isso.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

A carneirada não se importa...

Mais uma trapalhada. Que é, simultaneamente, o enésimo aumento de impostos promovido pela geringonça. Nada que inquiete as massas, a comunicação social ou os comentadores televisivos. O que não admira. Nomeadamente quanto aos últimos. A maioria deles são reformados e estão eternamente gratos ao Costa pela devolução de milhares de euros da sua choruda reforma. Conquistada, por quase todos, sabe-se lá como. Ou, melhor, saber até se sabe. Estiveram sempre do lado certo do tacho.


Isto a propósito do subsidio de refeição da função pública, pela primeira vez, deixar de constituir o referencial para a isenção de IRS e TSU. É assim que, graças ao Partido Socialista e respectivos apêndices, a partir de Agosto e até final do ano – depois logo se vê, todos vamos pagar mais impostos. Outra vez. Mas nada disso importa. Ninguém quer saber. Mau, mas mesmo muito mau, era se fosse o outro parvo que lá esteve antes a fazer estas coisas. Isso é que era o diabo. Assim, lá vamos cantando e rindo. Apesar do cheiro a enxofre ser cada vez mais intenso.

sábado, 19 de novembro de 2016

Vade retro, satanás!

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As noticias acerca da vinda do diabo foram manifestamente exageradas. O mafarrico, com aparição anunciada para Setembro, não deu, afinal, sinais de vida. Atrasou-se, se calhar. Ou, então, preferiu infernizar a vida a outros. Não sei qual terá sido a opção do canhoto. Talvez nos ache demasiado insignificantes, o chifrudo. Mas sei que um lado evidencia uma certa frustração por belzebu não ter entrado em cena e que o outro parece estar a fazer tudo o que pode para trazer lucifer até nós. Por mim, que não acredito nem em deuses nem em demónios, acho que isto vai acabar mal. E, não, não sou pessimista, catastrofista ou essas coisas que os despesistas costumam chamar a quem gosta de olhar para os números de forma cautelosa. Sou apenas um optimista informado que já teve razão da outra vez. Daquela, em que se fez tudo exactamente como agora.