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segunda-feira, 17 de agosto de 2020

A calculadora, a metralhadora e o azulejo

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Quando ouço falar em cultura puxo imediatamente da calculadora. Virtual, quando estou de folga. Ou seja, desato a fazer contas de cabeça. Por norma, poucos segundos depois, apetece-me puxar da metralhadora. Imaginária, está bem de ver.


Apesar de relutante, dado o pouco interesse que tenho por estas cenas, visitei um destes dias o novel museu cá da terra. O do Berardo, ou sabe-se lá de quem. O entusiasmo dos licenciados em revestimento de paredes e dos doutorados em azulejaria, manifestado exuberantemente nas redes sociais, foi determinante para me convencer. Em boa hora o fiz. Ando a pensar em fazer umas obras cá em casa e aquilo deu-me umas ideias. Quanto ao mais, digo como a maioria dos visitantes. Tá bonito, lá isso está...




quinta-feira, 24 de outubro de 2019

Africanices, chinesices e outras patetices

A fazer fé no que escreve a imprensa da região, o tal museu de arte africana já era. Ou melhor, não vai chegar a ser. Uma lástima, isso. Logo Estremoz que tem, como é sobejamente reconhecido, uma profunda ligação a África e onde o apreço pelas artes oriundas desse continente constitui uma secular tradição.


Mesmo que uma coisa não compense a outra, resta-nos a esperança que os investidores chineses que vão fazer um mega investimento na cidade reservem uma ala do empreendimento para instalar um núcleo museológico da arte chinesa. Outra cena com muita tradição por cá. Mas se os endinheirados orientais não forem na conversa, também não há problema nenhum. Podemos sempre ter o museu do investimento que nunca aconteceu. Espólio para o encher é coisa que não falta.