sábado, 12 de setembro de 2015

Há muita falta de memória...

Escrevi em inúmeras ocasiões que os portugueses nada aprenderam com a crise. Nada. Nadinha. Népia. A maioria não percebe a ponta de um corno de politica, são iletrados em matéria financeira e, quase todos, uns perfeitos ignorantes da nossa história. Mesmo da mais recente. Além de que padecem de outro problema. São terrivelmente esquecidos e apenas conseguem reter na memória as recordações de curtíssimo prazo.


Tanto assim é que se preparam para colocar outra vez o PS no poder e eleger toda a tralha de incompetentes que nos levou à falência. Outro sinal – tão preocupante como o primeiro - é que, a julgar pela amostra de hoje, se puderem vão às trombas ao Parvus Coelho. Já não se lembram que o último politico que levou nas fuças foi Presidente da República durante dez anos quando, na campanha em que foi escovado, não tinha mais de oito por cento das intenções de voto...




quinta-feira, 10 de setembro de 2015

O futuro um dia destes

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Chocantes as imagens de milhares de alegados refugiados a tentarem chegar aos países ricos do norte da Europa. Quase todos desesperados e sem documentos de identificação que, parece, têm muita tendência a cair ao mar. Ao contrário dos modernos telemóveis que ostentam, que ou são à prova de àgua ou possuem bóia incorporada.


Chocam-me essas imagens porque vejo nelas o futuro. O futuro da próxima geração de europeus a fugir, sabe-se lá para onde, dos filhos daqueles que agora generosamente acolhemos e que, num espaço temporal que dificilmente ultrapassará as escassas dezenas de anos, tratarão de nos expulsar das nossas casas, das nossas terras e dos nossos países. Por sorte Covadonga é já ali...




quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Uns chatos, esses fogareiros!

Percebo a indignação dos taxistas nesta questiúncula com a UBER. Provavelmente no lugar deles também ficaria indignado. Como ficaram, de certeza, muitos outros profissionais de outras tantas profissões que a evolução tecnológica, a mudança de hábitos de consumo ou a concorrência de outros negócios fizeram passar à história. Os taxistas podem, até, ganhar uma ou outra batalha mas jamais ganharão a guerra. É a vida.


Surpreende-me que estes cavalheiros ainda não tenham contestado, pelo menos de forma tão veemente, a existência de inúmeros sites de boleias e de partilha de viatura. Do ponto de vista deles será, igualmente, concorrência desleal. Objecto, mais dia menos dia tal como se quer fazer para a UBER, de regulamentação por parte do Estado, desconfio. Curioso, mas mesmo curioso, é que a opinião do principal interessado na matéria – o utilizador – parece não contar para nada...




O Maxi Pereira faz o mesmo todas as semanas

Os indignados de serviço estão hoje atirados às canelas da repórter de imagem húngara que rasteirou um emigrante clandestino – ilegal, portanto – que atravessava ilegalmente o território do seu país. Não estou a ver motivo para tanto basqueiro. O Maxi Pereira faz muito pior todas as semanas e ninguém se aborrece...

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Caça ao refugiado

Nisto dos refugiados anda por aí tudo a acotovelar-se para mostrar que é mais solidário que o vizinho. Ofertas para alojar o pessoal vindo da Síria – parece que, de repente, toda a gente se esqueceu dos africanos – são mais que muitas. Câmaras, instituições de solidariedade social e outros beneméritos de ocasião já estão todos a chegar-se à frente. E, por enquanto, ainda não foram anunciados financiamentos comunitários destinados a programas de acolhimento. Quando forem, sabendo como nos babamos pelos fundos europeus, é que vai verdadeiramente abrir a caça ao refugiado. Só falta saber é se há algum que queira vir para cá..

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Prometer tudo a todos...

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Depois de prometer o fim das portagens nas antigas scut's António Costa promete agora utilizar parte dessa receita para financiar o pagamento das reformas. Brilhante. Ou talvez não. Depende. Se conseguir enganar utilizadores e pensionistas – futuros e actuais – sou gajo para ficar visivelmente impressionado com o seu brilhantismo. Ou com a burrice de quem se deixar levar na conversa, sei lá.


O financiamento do sistema de pensões é uma coisa séria. Não deve ser objecto de graçolas. Menos ainda quando fraquinhas e feitas por gente que se pretende responsável. A continuar nesta senda ainda o vamos ouvir fazer a promessa – ou compromisso, como se diz agora – de financiar a segurança social com as moedas dos carrinhos de supermercado. Ou, mais original, com as moedas que o pagode tem a mania de deitar para os lagos, fontes e qualquer outro charco dos que abundam pelas nossas cidades.

domingo, 6 de setembro de 2015

É mesmo necessário mandar foguetes às oito da manhã?!

Com o brilhantismo e o glamour próprio destes eventos decorrem este fim de semana as festas da paroquia cá do sitio. O generoso subsidio autárquico, a grandiosa tourada e o louvável esforço de muitos voluntários contribuirão decisivamente para o cumprimento dos objectivos das mesmas. Que são, segundo os seus promotores, a obtenção de fundos para ajudar aqueles que mais necessitam. E que, infelizmente, são muitos.


O que me parece pouco valorizável é esta mania, repetida ano após ano, de nos acordar às oito da madrugada de domingo com cinco minutos ininterruptos de foguetório. Teria piada se, quando as contas do evento forem divulgadas, fosse dedicado um pequeno paragrafo à analise dos benefícios obtidos com tão madrugadora algazarra. É que, por mim, não estou a ver o que se ganha com isso. Antes pelo contrário. O dinheiro esturrado naqueles incomodativos minutos era capaz de dar para umas quantas sopitas. Mas, ainda que esteja enganado e aquilo sirva para levar gente aos magotes para o recinto da festa, sempre se evitava que uns milhares de pessoas acordassem a chamar nomes a quem teve a ideia e às respectivas progenitoras.

sábado, 5 de setembro de 2015

Não foi por falta de ocorrências...

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Todos os posts publicados ao longo da última semana foram previamente agendados. Daí a ausência de alguns temas bastante actuais, de apreciação de noticias, factos e acontecimentos que ocorreram nos últimos dias e, até, daqueles que podiam ter ocorrido mas que, por uma ou outra razão, não chegaram a ocorrer. Não me apeteceu. Estive na morada que a foto ilustra. Mas só porque o 2º K estava ocupado.

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Sorriso amarelo

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Em matéria de fatiotas e de saber o que combina com o quê, sou praticamente um desastre. Mas, neste caso, parece-me que a senhora fez a escolha certa. A semi-transparência, no caso, é fundamental. Se assim não fosse as cuecas não valiam o investimento...


PS – E não, não fui eu que fotografei. Gamei a fotografia de um site qualquer.

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

É comovente ver tanta gente comovida...

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Um dia destes o país comoveu-se com o cãozinho atirado para o caixote do lixo. Comove-se, diga-se, quase todos os dias. Nomeadamente se em causa estiver um qualquer ser de quatro patas. Provavelmente alguns dos que se indignaram contra o patife que largou o canito para morrer, também já abandonaram o seu animal de estimação. Muitos mais o farão quando – e um dia lá chegaremos – forem obrigados a recolher a merda que o seu cão largar no espaço público.


 

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Promessa ou estimativa?

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Não vou afirmar que seja de propósito. Pode, dou-lhes o beneficio da dúvida, ter existido um problema no processo de embalagem ou noutro ponto qualquer da linha de produção. Provavelmente terá ocorrido apenas com este lote. Talvez, até, apenas com o saco que comprei. Devo ter tido azar é o que é. Mas num saco que prometia conter três quilos de carvão, encontrar esta quantidade de pedras parece-me um abuso. Uma fraude, quase. Ou então, isso da quantidade de carvão, tratava-se apenas de uma estimativa...

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Apartheid à moda da esquerda

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Um imbecil qualquer do partido Trabalhista britânico lembrou-se de atirar para discussão a ideia de criar no metro daquelas paragens carruagens destinadas exclusivamente a mulheres. Bom, qualquer é como quem diz. O fulano até parece que é candidato a mandar na agremiação. O caso é que o anormal do esquerdóide acha que essa é a melhor maneira de inverter o aumento exponencial de casos de assédio sexual. Trata-se, a ser implementada, de uma medida segregacionista, discriminatória e profundamente vexatória não apenas para as mulheres mas, também, para os homens.


Ideias nesta natureza não são novas. Vão surgindo, aqui e ali, um pouco por toda a Europa. Na Bélgica, Holanda e França sucedem-se, por exemplo, pressões para que as piscinas públicas tenham horários exclusivamente reservados para mulheres. Por coincidência - ou se calhar não – em todos estes países, tal como no Reino Unido a comunidade islâmica tem cada ver maior influencia. E, como se sabe, a esquerdalha gosta dessas coisas do multiculturalismo. O que não surpreende. Aquilo que realmente me espanta é que as pessoas normais aceitem este tipo de atentados à democracia, à cidadania e aos valores pelos quais lutaram e morreram gerações de europeus.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Devem ser as tais amplas liberdades...

Diz, mas eu não acredito, que lá para a Venezuela, terra que como se sabe é governada por malucos, foi proibida a formação de bichas à porta dos supermercados. A escassez dos produtos mais básicos leva a que muitos venezuelanos – a soldo do capitalismo, presumo – se aglomerem à porta destes locais sempre que desconfiam da reposição dos stoks das lojas. Coisa que, pelos vistos, não agrada aos ditadores lá do sitio. Nem aos seus apaniguados. Daí que tenham sido formadas milícias populares para combater os que se atrevem a fazer fila para comprar, por exemplo, papel higiénico. É bem feita que lhes dêem nas trombas. Eles que limpem o cú ao programa do Partido Comunista. Ou lá como se chama o equivalente lá do sitio.

domingo, 30 de agosto de 2015

Iva da restauração. Alguém vai pagar a promessa do Costa...

Continuo a achar que baixar a taxa de IVA na restauração é uma parvoíce. A acontecer, como o Costa anda a prometer, apenas servirá para transferir dinheiro dos bolsos dos contribuintes para os empresários sem que daí resulte qualquer beneficio. A não ser para os próprios, claro. Este sector, mesmo com isto das facturas deduzirem no IRS, continua a escapar à malha fiscal. Ou seja, anda a enganar-nos a todos. Mas isso é outra história da qual só nós temos a culpa.


Se, como ouço repetidamente afirmar, a restauração está assim tão mal é de estranhar, por exemplo, o verdadeiro “assalto” às promoções das grandes superfícies por parte dos empresários do ramo. Todo e qualquer produto da área de alimentação e bebidas desaparece das prateleiras, das peixarias e dos talhos dos supermercados cá do sitio mal estes abrem portas. É vê-los de carrinhos a transbordar de bens que, certamente, não serão para o banco alimentar. Sem, curiosamente, nunca se esquecerem de pedir factura com número de contribuinte. Para quem está em crise...

sábado, 29 de agosto de 2015

Isto só a chumbo...

O Tribunal Constitucional acaba de chumbar a lei que permitia o acesso aos dados das comunicações por parte das secretas. Acho bem. Não têm nada de andar a meter o bedelho nas conversas dos outros. Mesmo que em causa essa coisa de prevenir eventuais actos de terrorismo. Era agora o que mais faltava. E a liberdade de aterrorizar? E a privacidade do pobre e desgraçado terrorista? Há que respeitá-la, obviamente. Que ele é um cidadão como qualquer outro. Com direitos adquiridos e tudo.


Talvez com esta medida um outro refugiado esteja, finalmente, disposto a carregar a trouxa até Portugal. Afinal se já havia medidas para cativar a vinda de chineses, angolanos e mafiosos diversos para o país porque não estimular a vinda de potenciais terroristas?!

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Eles com os computadores sabem tudo da nossa vida...o que para alguns é uma chatice!

Ao que nos tem dado conta a imprensa, os senhorios estão contra a obrigatoriedade da emissão dos recibos das rendas passar a ser feita, desde que reunidas determinadas condições, por via electrónica. Não admira. O que admira são os argumentos usados. Podiam simplesmente argumentar que não gostam de pagar impostos, é uma coisa que os aborrece ou, vá, que não lhes dá jeito nenhum. Podia não colher tanta simpatia junto da opinião publica mas, pelo menos, era mais séria. É que o ponto reside unicamente aí. Nos impostos. Nomeadamente por parte daqueles que sempre escaparam e que, com a nova lei, vêem a fuga bastante mais dificultada. O resto é conversa fiada.

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

E diz o alegado refugiado quando instado a pronunciar-se sobre a possibilidade de vir para Portugal: Port...?! Nãããããããããão!!!!

Entretanto continua em grande ritmo o processo de islamização da Europa. Chegam aos milhares, alegadamente em fuga a acontecimentos mais ou menos dramáticos, apresentam-se frágeis e aparentemente apenas desejosos de viver uma existência feliz e pacifica. O que, por agora, até pode ser verdade na maioria dos casos. Ainda assim não deixa de ser estranho que essa mesma felicidade não seja procurada no Qatar, no Dubai ou na Arábia Saudita. Onde, presumo, não teriam tanta dificuldade em encontrar trabalho e a integração estaria muito mais facilitada. A chatice é que por lá, diz, não existe essa coisa do Estado social. Ou seja, não podem viver à conta dos outros.


Era para mim um dado adquirido que lá para 2050 ou 2060 na Europa existiriam vários países debaixo do jugo fascista islâmico sem necessidade de disparar um único tiro. A demografia faria o seu papel, a tolerância modernaça das sociedades ocidentais daria uma ajuda e as regras democráticas tratariam de colocar no poder um partido que represente os ideais políticos daquela maralha. Hoje, perante as hordas invasoras que estão a dar às costas europeias, hesito quanto a tão dilatado prazo e tenho poucas dúvidas quanto ao pacifismo do processo de tomada do poder pelo islão. A continuar assim bastarão dez ou quinze anos. Não sem antes colocarem isto tudo em pé de guerra. A única boa noticia é que eles não querem vir para cá...

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

As vacas moucas

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Agora são as vacas. Dizem os amiguinhos dos animais que o chocalho as deixa moucas. Há, argumentam, maneiras muito mais eficazes de localizar os bichos, caso se tresmalhem, do que os antiquados chocalhos que lhes penduram ao pescoço. O GPS, por exemplo, que tem a vantagem de ser mais preciso e é substancialmente mais leve.


Suspiro pelas próximas causas destes malucos. Com as ideias desta malta é divertimento garantido. Tenho fé que, mais cedo ou mais tarde, hão-de reivindicar a instalação nos automóveis de dispositivos que evitem a morte de milhares de milhões de mosquitos, a proibição da venda de mata-moscas ou o fim dos champôs contra os piolhos.


Quem não deve achar piada nenhuma a esta ideia são os gajos da candidatura da arte chocalheira a património da humanidade. Que, diga-se, também têm a sua piada. Não os gajos que fabricam os chocalhos - que, coitados, apenas devem querer que ninguém os aborreça – mas sim uma nova trupe que anda aqui pelo Alentejo a candidatar tudo e mais alguma coisa a património da humanidade. Falta só candidatar – e mesmo assim não tenho a certeza se não estará já alguém a tratar disso – a arte de cagar em pé.

terça-feira, 25 de agosto de 2015

"Ganda" invenção!

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Aplaudo, como quase toda a gente, os avanços da medicina e saúdo o surgimento de novos fármacos com entusiasmo (a bem-dizer não faço nada disso mas pareceu-me uma boa maneira de começar o post). No entanto esta coisa do “viagra” para as mulheres parece-me uma ideia potencialmente perigosa. É que, se bem percebo, caso o tal comprimido corresponda às expectativas, vai trazer de volta ao activo um significativo número de gajas que, até agora, não estariam para aí viradas. Pior - ou melhor,  quiçá - aquilo não terá apenas um efeito orientado para um determinado momento e limitado a um certo intervalo temporal. Facto que, não sendo necessariamente mau nem especialmente preocupante, pode suscitar uma infinidade de problemas. Tantos quantos a imaginação mais prodigiosa conseguir imaginar. O que trará, imagino, consequências que agora nem imaginamos...

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Por acaso até queria um desenho, ó palhaço!

 


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Nem me alongo em grandes considerandos. Nem em pequenos. Não vale a pena. Gente como um tal Kim Kardoso não merece que gaste as teclas do computador. Não merece isso nem o ar que infelizmente respira. Ou conspurca. O que escreve – ele e um número cada vez maior de humanóides – diz tudo acerca das mentalidades que vão ganhando espaço naquilo a que se convencionou chamar redes sociais. Afinal apenas uma das mais tristes consequências da generalização das novas tecnologias.

domingo, 23 de agosto de 2015

Hello Kitty

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Tudo neste carro – o que se vê e o muito mais que não fotografei – tem a ver com a Hello Kitty. Um xunning muito mais fofinho e inofensivo do que muitas aberrações que por aí se vão vendo. Até os riscos - deve ter sido um gato a afiar as unhas - estão a condizer...

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Pode vir aí a suspensão da democracia...

António Costa garantiu ontem a quem o quis ouvir que se identifica com as posições – leia-se ideias politicas – de Manuela Ferreira Leite. Ainda bem que nos elucidou quanto a essa sua identificação. É sempre bom saber que o líder da oposição, secretário-geral do partido socialista e mais que provável primeiro ministro se identifica com aquela senhora. A mesma, recorde-se, que num tempo não muito distante considerava uma boa ideia suspender a democracia durante seis meses e achava que uma pessoa de oitenta anos apenas devia fazer hemodiálise se a pudesse pagar.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Os amiguinhos dos animais querem um aumento de impostos!

Quase vinte e quatro horas depois – mas se calhar sou eu que não estou suficientemente atento – ainda não ouvi ninguém contestar a proposta de aumento de impostos que a Ordem dos veterinários terá apresentado aos partidos políticos. Sim, aumento. É que nesta coisa da receita fiscal não existem milagres. Se, como é proposto, a taxa de IVA aplicável a produtos e serviços destinados aos animais de companhia for reduzida ou passarem a existir deduções no IRS dos seus possuidores, estes ou outros impostos terão inevitavelmente de subir. Mas os portugueses, como não sabem fazer contas, vão aplaudindo a iniciativa. O que provavelmente os aborrecerá é se tiverem de tirar o número de contribuinte ao canito e pedir factura no nome dele...

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Bolinha baixa. Baixinha, mesmo...


Este personagem da banda desenhada lembra-me alguém. Uma figurinha ridicula que por estes dias tem tentado colocar-se em lugar de destaque, talvez.  

Se não gosto deles por que raio os hei-de apoiar?!

Não alinho nessa coisa de, nos jogos europeus, torcer pelas outras equipas portuguesas. O Porto e o Sporting, nomeadamente. Nada disso. Quero é que percam sempre. De preferência por muitos. Seja o adversário quem fôr. Nem sequer, ao contrário de muitos benfiquistas, consigo ficar indiferente. Isso da indiferença apenas acontece nos jogos entre ambos onde, infelizmente, não podem perder os dois.


Claro que findo o jogo a coisa morre ali. O resultado e as incidências do mesmo deixam imediatamente de me interessar. Até ao próximo. Onde, espero, os camaradas de Moscovo tratem de esmagar as osgas. Bicho que, como se sabe, não se dá particularmente bem a latitudes mais altas.

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Somos uns ricaços, é o que é...

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Há quem teorize acerca de indicadores de bem-estar. A quantidade de lixo produzida é, dizem, um deles. Parece que quanto mais ricos somos mais lixo produzimos. A ser assim - e não estou a ver por que não há-de ser – não nos podemos queixar. De pobres, a julgar pelo que se vê, teremos pouco.

domingo, 16 de agosto de 2015

E quando é que os amiguinhos dos animais se mobilizam para limpar as cidades?

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Compreendo a preocupação de muita gente com os maus tratos aos bobys e tarecos desta vida. Também me aflige que quem diz preferir os animais às pessoas depois os trate assim. Sim, porque, por norma, quem trata os animais dessa maneira é quem os tem. Não sou eu de certeza, que há muito deixei de os ter, que os maltrato.


Fica bem vir para as redes sociais destilar sensibilidade e enaltecer alegados valores éticos, morais e civilizacionais. Desde, evidentemente, que esses valores se relacionem com a bicharada. O que também não ficava nada mal era essa malta mobilizar-se e, de vez em quando, fazerem uma espécie de campanha de limpeza da muita porcaria que os seus amiguinhos de quatro patas vão deixando pelo espaço público. Mas isso, se calhar, seria pedir de mais a gente tão sensível, com um nível educacional tão elevado e com valores morais e civilizacionais tão próximos da perfeição.

sábado, 15 de agosto de 2015

E dinheiro para repelente, não há?!

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Onde quer que exista um pequeno – ou grande – relvado é a isto que se assiste. Cães a cagar. Os donos, esses, obviamente nem sequer equacionam a hipótese de recolher os presentes dos seus familiares de quatro patas. Deixar a merda na relva é, para eles, algo de natural e que em nada os incomoda. O que não surpreende. O que espanta é, existindo uma vasta panóplia de produtos repelentes para cães, que as autarquias nada façam para afastar a canzoada destes e de outros locais manifestamente assolados por esta praga. Trata-se, não sei se percebem, da saúde pública.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Viva o Estado social!!!

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A questão do pagamento de taxa moderadora nos abortos praticados no SNS está a deixar a esquerdalha com os nervos à flor da pele. Discriminação, uivam eles. E elas. Coisas de um asqueroso governo de direita e das suas vingativas politicas de direita. Coerente, portanto. Aquilo que seria de estranhar era, digo eu, um governo de direita praticar as patéticas politicas de esquerda.


Mas sim, concordo. Existe no âmbito desta coisa do aborto uma intolerável discriminação relativamente às mulheres que optam por esta solução. Não têm direito a subsidio por interrupção da gravidez. Ah, espera, afinal têm...e até podem acumular com a pensão de velhice!

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Crescimento em tons de azul

Mesmo sendo o segredo a alma do negócio - se até eu que sou um gajo manifestamente mal informado já sei - não deve constituir grande novidade para ninguém a provável instalação de uma unidade de produção de Viagra num concelho do interior alentejano. Parece-me uma jogada de mestre. Não só para a empresa mas, sobretudo, para quem conseguiu captar o investimento. Criará uns quantos empregos para outros tantos tesos desempregados e contribuirá decisivamente para fazer a região dar a cambalhota, elevar o nível de vida, contribuir para inverter o declínio e potenciar o crescimento da economia regional. Esperemos é que a ideia não murche.