quinta-feira, 27 de agosto de 2015

E diz o alegado refugiado quando instado a pronunciar-se sobre a possibilidade de vir para Portugal: Port...?! Nãããããããããão!!!!

Entretanto continua em grande ritmo o processo de islamização da Europa. Chegam aos milhares, alegadamente em fuga a acontecimentos mais ou menos dramáticos, apresentam-se frágeis e aparentemente apenas desejosos de viver uma existência feliz e pacifica. O que, por agora, até pode ser verdade na maioria dos casos. Ainda assim não deixa de ser estranho que essa mesma felicidade não seja procurada no Qatar, no Dubai ou na Arábia Saudita. Onde, presumo, não teriam tanta dificuldade em encontrar trabalho e a integração estaria muito mais facilitada. A chatice é que por lá, diz, não existe essa coisa do Estado social. Ou seja, não podem viver à conta dos outros.


Era para mim um dado adquirido que lá para 2050 ou 2060 na Europa existiriam vários países debaixo do jugo fascista islâmico sem necessidade de disparar um único tiro. A demografia faria o seu papel, a tolerância modernaça das sociedades ocidentais daria uma ajuda e as regras democráticas tratariam de colocar no poder um partido que represente os ideais políticos daquela maralha. Hoje, perante as hordas invasoras que estão a dar às costas europeias, hesito quanto a tão dilatado prazo e tenho poucas dúvidas quanto ao pacifismo do processo de tomada do poder pelo islão. A continuar assim bastarão dez ou quinze anos. Não sem antes colocarem isto tudo em pé de guerra. A única boa noticia é que eles não querem vir para cá...

6 comentários:

  1. Carlos9:37 a.m.

    Pessimista mas bastante real esta tua opinião.
    E o pior ainda estará para vir...

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  2. Sei o que é fugir de uma guerra e das suas atrocidades, mas a Europa não está a saber lidar com a situação. Por vários amigos que foram para a Alemanha dizem que têm campos específicos para acolher tanta gente, todos identificados e assim que há "paz" nos seus países de origem são repatriados. Não me recordo qual dos países para onde já foram muitos.

    Um problema grave porque acredito que a maioria é "gente de paz" mas no meio vêm os "abutres, etc, etc". É sempre assim, tal como aconteceu com a saída das ex-colónias.

    São imagens assustadoras KK e a coisa está a aumentar drasticamente!

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  3. Também acredito que sejam, maioritariamente, gente de paz. Pelo menos por agora. O problema vem a seguir. São islâmicos e ainda que só uma pequena minoria possa ser terrorista, vão impor os seus usos e costumes...

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  4. [Mad]emoiselle O6:06 p.m.

    Não sei qual é o problema de imporem os seus usos e costumes. Também nós em tempos, e não éramos refugiados nem coisa que se pareça, chegámos a África e à Índia e impusemos tudo isso e muito mais, de uma forma bem mais violenta.
    Se chegarem cá e quiserem ler o Alcorão, fazer o Ramadão e mais uma série de costumes e tradições que sejam moralmente aceites na sociedade ocidental, por mim tudo bem. Quem quiser ler a bíblia e ir à missa poderá continuar a fazê-lo pacificamente.
    Há espaço para todos os usos e costumes de diferentes povos e nações.
    Vivo numa zona multicultural e nunca me incomodou os hábitos e costumes dos outros povos. Incomoda-me sim, o facto de existirem pessoas xenófobas.
    Terroristas entre os refugiados? Sim, deverão existir alguns. Mas também cá em Portugal existem pessoas a favor do EI e com esses "ninguém" se preocupa.

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  5. O problema é imporem os deles e não respeitarem os nossos. Experimente andar de mini saia no Afeganistao...

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