sábado, 1 de agosto de 2015

Vantagens de um Estado social fraquinho

Admito que exista uma explicação muito lógica para esta coisa dos migrantes. Eu é que tenho alguma dificuldade em a entender. Não percebo por que raio quer aquela gente entrar a todo o custo na Europa. Nem, menos entendo ainda, a sua fixação pelo Reino Unido. Faz-me espécie que aquele pagode, muçulmanos na sua esmagadora maioria, não prefira antes emigrar para a Arábia Saudita ou para os reinos ali à volta onde o dinheiro jorra das areias,


Parece-me pouco plausível que procurem o Ocidente que tanto criticam, cujo modo de vida abominam e onde insistem em manter os costumes selváticos que trazem dos países de origem. Atendendo às suas crenças, a adaptação seria muito mais fácil, o problema da integração não se colocaria, jamais seriam vitimas de discriminação ou racismo, teriam um nível de vida substancialmente superior e os sacrifícios suportados para chegar ao seu “el dorado” seriam incomensuravelmente menores. Também as criticas aos governos europeus, por não acolher todos os que demandam a Europa, se afiguram manifestamente desajustadas. O alvo deviam ser os países árabes desenvolvidos e ricos que desprezam toda esta gente.


O modelo de Estado social britânico é, provavelmente, a razão deste fluxo migratório. Gerações sucessivas vivem à conta dos contribuintes, sem conhecer o conceito de trabalhar para viver, e isso é motivo mais do que suficiente para atrair multidões de pobres, mandriões e trapaceiros diversos. É por isso que não nos procuram. Mesmo os que a “solidariedade” traz até cá, zarpam assim que podem. E ainda bem. Felizmente o nosso Estado social é pobrezinho.

2 comentários:

  1. Sabes KK custa-me muito comentar sobre este assunto. Não digo que tu e outros não tenham razão, mas na minha opinião a maioria dessa pobre gente foge dos horrores que se praticam. A maioria são jovens em busca de...como eu e milhares como eu partimos pela única porta que se abriu.

    "Os retornados", pois, sim é verdade mas a maioria nunca cá estiveram como eu. Quando vim do Brasil e soube de "tanta porcaria" que fizeram a quem lhes deu tudo ou quase tudo, revoltei-me e achei imensamente errado.

    No entanto foi esse enorme fluxo de gente que se fixaram cá e ou retornaram às suas origens...que fez com que a economia levasse um enorme abanão pela positiva.

    Dessa forma puseram fim a uma outra tragédia que falam muito, mas muito ainda por falar - a ida de tantos jovens militares em nome de uma pátria...PERDIDA!

    Voltando ao post...é preocupante sim senhora mas não deixam de ser seres humanos tratados abaixo de cão, até por cá muitos foram escravizados...e não falemos muito porque infelizmente assistimos mais uma vez à saída de uma geração de portugueses cujas estatísticas não mostram a realidade...como convém.

    Escrevi o que escrevi e sinceramente não tenho a sabedoria e poder para que termine este flagelo que é à escala mundial.

    Beijos e um bom dia

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  2. O problema é de difícil solução, mas abrir as fronteiras criaria outros muito maiores. Acredito que muitos fogem de guerras mas, curiosamente, só procuram países onde a segurança social é conhecida pela sua generosidade...

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