terça-feira, 1 de setembro de 2015

Apartheid à moda da esquerda

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Um imbecil qualquer do partido Trabalhista britânico lembrou-se de atirar para discussão a ideia de criar no metro daquelas paragens carruagens destinadas exclusivamente a mulheres. Bom, qualquer é como quem diz. O fulano até parece que é candidato a mandar na agremiação. O caso é que o anormal do esquerdóide acha que essa é a melhor maneira de inverter o aumento exponencial de casos de assédio sexual. Trata-se, a ser implementada, de uma medida segregacionista, discriminatória e profundamente vexatória não apenas para as mulheres mas, também, para os homens.


Ideias nesta natureza não são novas. Vão surgindo, aqui e ali, um pouco por toda a Europa. Na Bélgica, Holanda e França sucedem-se, por exemplo, pressões para que as piscinas públicas tenham horários exclusivamente reservados para mulheres. Por coincidência - ou se calhar não – em todos estes países, tal como no Reino Unido a comunidade islâmica tem cada ver maior influencia. E, como se sabe, a esquerdalha gosta dessas coisas do multiculturalismo. O que não surpreende. Aquilo que realmente me espanta é que as pessoas normais aceitem este tipo de atentados à democracia, à cidadania e aos valores pelos quais lutaram e morreram gerações de europeus.

2 comentários:

  1. E se um homem que estiver a correr para apanhar o metro entrar por erro numa carruagem dessas o que lhe acontece? Vai ser violado pelas mulheres que lá estiverem? Leva uma sova? É apedrejado? Não lhe acontece nada?
    Essa medida tem algum sentido em países onde a quantidade de assédios em transportes é elevada... Por exemplo no Japão os homens não se importam com isso, até ficam aliviados porque assim a possibilidade de uma gajinha começar a gritar que a querem violar por alguém lhe ter dado sem querer com a mala no rabo é mais pequena...

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  2. Segregação com base seja no que for acho mal. Nem mesmo aquela coisa da discriminação positiva, que alguma intelectualidade tanto aprecia, me agrada.

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