Diz que muitos dos meninos mimados do ocidente que foram combater para as fileiras do Estado Islâmico estão desapontados e com vontade de voltar. Afinal, aquilo por lá não é grande coisa. Parece que a vida que encontraram não corresponde às expectativas que tinham quando decidiram fazer a trouxa e rumar às inóspitas paragens do deserto.
Queixam-se de tudo, os decepcionados aspirantes a terrorista. O corte de cabeças é actividade que não lhes está destinada, combater revela-se mais perigoso do que parece na televisão ou no ecran do computador e principalmente – drama, horror, tragédia, tudo em simultâneo - nem o telemóvel funciona de jeito. Para estragar o resto os jihadistas puseram-nos a trabalhar e nem sequer lhes dão oportunidade para aterrorizar um camelo.
Por cá, as mamãs tratavam-lhes de tudo. Desde a roupa à comidinha. Lá, imagine-se, são eles que têm de fazer isso para os terroristas verdadeiros. Coisa para desanimar qualquer um, realmente. Capaz, mesmo, de fazer perder a cabeça. A própria. Coragem rapazes. Façam-no!







