O ano lectivo ainda mal começou e – ao que se ouve dizer por aí - uma cidadã de etnia cigana, possivelmente descontente com o funcionamento do sistema de ensino, já terá invadido um estabelecimento escolar e tratado de chegar a roupa ao pêlo de uma docente. Isto, reitero, a ser verdadeira a história que ouvi relatar na fila do supermercado. Ou noutro lugar qualquer, já não sei ao certo.
Deve ser isto a escola inclusiva. A tal que pretende incluir toda a gente. Mesmo os que não querem ser incluídos. Uma ideia, admito, generosa. Mas que, como a realidade amplamente se encarrega de demonstrar, com evidentes desvantagens para toda a gente. A começar pelos que se pretende incluir que, coitados, manifestamente preferem não o ser, mas que continuam a ser chateados por aqueles que, à viva força, os querem integrar. O que, diga-se, consubstancia uma visão profundamente racista. Sim, porque não se lhes reconhece a liberdade de não se inserirem numa sociedade a que não querem pertencer.






