Mostrar mensagens com a etiqueta ira. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta ira. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023

Os dias da ira

1 – Dia de olhar para o recibo de vencimento, nomeadamente para a coluna dos descontos, é dia de indignação. Aborrece-me trabalhar para sustentar magotes de calões, com idade para serem meus filhos ou meus netos, não bulirem a ponta de um corno. Se toda esta maralha trabalhasse talvez não fosse necessário roubar tanto a quem trabalha para financiar a TAP,  a CP,  a banca e outros devaneios socialistas.


2 – O mundo está, decididamente, ao contrário. Ainda sou do tempo em que não existia “Estado-social” e as pensões de reforma constituíam um conceito praticamente desconhecido. Eram, por essa altura, os filhos que trabalhavam para sustentar os pais. Felizmente, tudo isso mudou. Mas não era preciso mudar tanto. Hoje são os velhos que trabalham e sustentam toda a fauna que por aí se pavoneia alarvemente exibindo a sua mandriice.

3 – A Madre-superiora do Bloco de Esquerda vai dar o lugar a outra. Será, ao que tudo indica, a sacerdotisa Mortágua a suceder-lhe no cargo. Deve ser, também, por isso que ambas as duas  têm marcado presença em tudo o que seja manifestação. Tudo, é como quem diz. Nas manifestações dos agricultores ainda não vi nenhuma. Porque será?

quinta-feira, 19 de setembro de 2019

De um "Alf" - lembram-se? - é que eu precisava...

IMG_20190919_084206.jpg


Pelo que me é dado observar não haverá aqui pelas redondezas um número significativo de gatos. Cagam é muito. Todos os vizinhos se queixam. Os que não têm gato, obviamente. Que os donos, do alto da sua pretensa moralidade de amiguinhos dos animais, não querem saber.


O meu quintal foi escolhido por um deles como cagadouro. Um bichano cegueta de um olho, a perder pêlo por todo o lado e que mete nojo aos porcos. Durante algum tempo tive a casa cercada por garrafões de água e armadilhas diversas que o mantiveram afastado. Contudo, mal retirei a cerca, o filho da puta do bicho voltou ao seu wc preferido. O resultado, em poucos dias, é o que se vê.


Tratar bem a bicharada, nomeadamente acolher os animais vadios, até poderá constituir uma acção muito nobre. Recolhi e tratei muitos. Quando, noutras circunstâncias, tinha condições logísticas para o fazer. Fazê-lo não as tendo constitui uma enorme falta de respeito para com os outros. Que, naturalmente, não têm de ser obrigados a aturar merdas destas.