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segunda-feira, 19 de junho de 2017

Grande poeta é o povo

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Ó sol és a minha crença


nem que eu morra queimado


ainda assim não me compensa


do frio que tenho passado




O poeta popular que assim versejou, das duas uma, ou era um grande friorento ou um grandessíssimo pantomineiro. Talvez as duas. Que isto de apanhar quarenta graus à sombra e cinquenta ao sol é coisa para deixar qualquer um mais do que compensado pelos rigores do Inverno. Por piores que eles tenham sido. Por mim, não é para ser do contra mas já ia uma chuvinha. As nuvens é que não estão para isso.

domingo, 7 de agosto de 2016

Ó sol és a minha crença...

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Estremoz. Catorze horas e trinta minutos. Cinquenta graus. É nestes dias que mais me lembram os idiotas que fazem piadas acerca da lentidão dos alentejanos e da nossa alegada pouca propensão para o trabalho. Gostava de os ver a trabalhar oito horas sob este sol. Depois, se sobrevivessem, falávamos acerca da vontade de trabalhar.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Se aqui está assim imagina em Beja!

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Estão a ver aquela graçola de oportunidade acerca do calor em que o alentejano desabafa para o amigo, “se aqui está assim imagina em Beja”? Não?! Não interessa. Esqueçam. Aqui está mais calor. Isto foi ontem. À sombra, aí pela cinco da tarde. Hoje foi igual e amanhã também vai ser assim. Por isso não se queixem do calor. Ou, se tiverem mesmo de se queixar, podem sempre dizer: Se aqui está assim imaginem em Estremoz!