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segunda-feira, 19 de junho de 2017

Grande poeta é o povo

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Ó sol és a minha crença


nem que eu morra queimado


ainda assim não me compensa


do frio que tenho passado




O poeta popular que assim versejou, das duas uma, ou era um grande friorento ou um grandessíssimo pantomineiro. Talvez as duas. Que isto de apanhar quarenta graus à sombra e cinquenta ao sol é coisa para deixar qualquer um mais do que compensado pelos rigores do Inverno. Por piores que eles tenham sido. Por mim, não é para ser do contra mas já ia uma chuvinha. As nuvens é que não estão para isso.

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Frio?! Assustava-me era se estivesse calor...

Os gajos das televisões e mais uns quantos maganos andam há uns dias a esforçar-se por me convencer que está frio. Decretaram, até, que vamos estar em alerta laranja por causa disso. Da frialdade. Não me parece caso para tanto. Frio, frio era quando a malta fazia uma espécie de derrapagem artística nas poças de água que tinham congelado durante a noite. Ou no tempo em que as torneiras amanheciam com uma estalactite. Agora não. Estará, quando muito, fresquinho. E, mesmo assim, só para o pessoal mais friorento. Ainda hoje o coveiro foi para o trabalho de manga curta a acelerar na sua mota, os ciganos do resort andavam de t-shirt no Continente e o puto ranhoso navegava na internet sentado no portado de mármore da biblioteca já era noite cerrada. Um dia perfeitamente normal, portanto.