domingo, 16 de agosto de 2026

Numa rua perto de mim...e de si, se calhar.

 


A estupidez dos alegados amiguinhos dos animais parece não conhecer limites. Especialmente entre as mulheres. Estão absolutamente loucas, sem qualquer noção de bom senso e cometem actos que o reles mortal confunde com falta de noitadas, mas apenas classifico como tresloucados por não ter como hábito andar por aqui a escrever obscenidades.

Veja-se o que fazem com os gatos. Espalham comida em doses industriais por tudo quanto é sitio, geralmente acompanhada de recipientes com água não vão os bichanos embuchar com a ração gourmet. E, não raramente, as gateiras mais fundamentalistas adoptam outras práticas que facilmente podiam ser confundidas com manifestações clínicas de claro desequilibro psíquico. No caso da fotografia tratar-se-à, provavelmente, de alimentação para cão. Nem poderei saber se isto é obra de gaja em transe ou de um descompensado qualquer.

Obviamente que não é possível colocar um fiscal em cada rua, vinte e quatro horas por dia, a patrulhar esta restauração ao ar livre. Mas, por uma questão de bom senso elementar, quem insiste em transformar a via pública num self-service para a bicharada devia ao menos ter a decência de limpar o salão de festas. É que no meio de tanta empatia por quatro patas, esquecem-se frequentemente das regras mais básicas do civismo. O amor aos animais é muito bonito, mas a porcaria que deixam no chão continua a ser de quem lá a põe.

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