Na ausência de realizações positivas proporcionadas pela ideologia que professam, comunistas e outros seguidores de doutrinas análogas exultam com a desgraça alheia. Tem sido assim com a Ucrânia e é também assim – sempre foi – relativamente aos ataques terroristas contra cidadãos israelitas. No conflito israelo-palestiniano não há inocentes. A não ser os cidadãos comuns, de um e outro lado, que apenas querem levar uma vida sossegada longe dos “activistas” e das maluquices que lhes pretendem impor.
A diferença entre os contendores está na maneira como tratam os respectivos povos. Os israelitas protegem os seus enquanto os palestinianos utilizam a sua própria população como escudos humanos. O que, independentemente das razões que assistem a um ou a outro lado, evidencia mais do que qualquer outra coisa os valores que defendem. E também diz muito acerca do tipo de gente que simpatiza com este comportamento. Imagine-se quando as centenas de milhares que estão espalhados pela Europa seguirem as predicas do seus lideres espirituais e fizerem o mesmo que o Hamas fez a Israel. A malta de esquerda vai adorar, certamente. Com sorte talvez comecem por eles, que os muçulmanos não vão nada à bola com as modernices dessa malta.


















