Mostrar mensagens com a etiqueta rsi. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta rsi. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 18 de novembro de 2020

Vida boa...não é só em Lisboa!

mermaid-1478120_960_720.jpg


Já muita gente terá escrito coisas acerca da menina Crisálida. Aquela moçoila de pernocas tatuadas que está na capa do Público de há uns dias atrás a garantir que vive do RSI e que, não fora isso, teria de mendigar. Ainda bem que não precisa de pedir esmola. Apesar da mingua – segundo os versados no assunto – que constitui aquela prestação social. A julgar por aquilo que vai partilhando com o mundo no seu perfil do Facebook, a menina Crisálida parece até ter uma vida razoavelmente confortável. Tatuagens, uns copos à beira da piscina e telemóvel de boa aparência são indicadores mais que suficientes para revelar uma gestão cuidada e parcimoniosa dos parcos recursos que o Estado coloca à sua disposição. Que assim continue. Terá – todos o desejamos, obviamente – uma longa vida pela frente e nada como começar cedo a aproveitá-la. Que isto, quando menos esperar, estará reformada.

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Investidores

Ando há anos a ler e a ouvir que o sistema de pensões está prestes a entrar em colapso. É a demografia, dizem. Não há gente suficiente a trabalhar para manter um rácio que garanta a sustentabilidade da segurança social. A esperança média de vida aumentou e, simultaneamente, a natalidade diminuiu de forma drástica o que, explicam os sábios, conduz à inevitabilidade de prolongar os anos de trabalho e à atribuição de reformas muito mais baixas. Não acredito. Deve ser mais uma pantomince. Ou, então, o principio não se aplica de igual modo às chamadas prestações não contributivas. Ou seja, aos que recebem sem nada contribuir.


Esses quantos mais nascem, mais recebem. Para essas prestações sociais não há cá sustentabilidade, cortes ou o raio que os parta. É tudo à grande. Basta olhar para os ciganos cá da terra. São aos magotes, nascem cada vez mais e, por consequência e vontade dos políticos malucos que temos, auferem “ordenados de cigano” cada vez maiores. Abono de família, RSI e pensão de alimentos tudo pago pelo Estado. O mesmo Estado que, recorde-se, alega não ter dinheiro para me pagar a pensão para a qual desconto há trinta e oito anos e, pior, me diz que tenho de descontar mais dez.


Daí não admirar que qualquer gaiata cigana reboque um catraio pela mão, transporte outro ao colo e carregue um terceiro na barriga. Mais os que hão-de vir e os que ficaram na barreca. Há que saber investir. Nomeadamente, como é o caso, em produtos de baixo risco e elevado retorno. Garantidos pelo Estado.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Ainda que mal pergunte...

A propósito daquela coisa do Rendimento Social de Inserção atribuído aos cidadãos de etnia cigana – o mesmo que ciganos, mas escrito à intelectual – sabe-se quantos de entre os que recebem aquela prestação social – e ao que parece serão muitos – é que foram inseridos socialmente? E, caso se saiba e o número seja sensivelmente aquele que todos desconfiamos, ninguém é responsabilizado pelo rotundo falhanço dos objectivos que a medida visa alcançar ou, vá, investigada a competência dos técnicos que a aplicam? Ou isto só são os presidentes de câmara e os autarcas em geral é que são enxovalhados publicamente e condenados na justiça por esturrarem dinheiro de forma desabrida e fazerem pouco caso de um ou outro preceito legal?

sexta-feira, 28 de julho de 2017

Mais coisinhas boas promovidas pela geringonça...

RISOGI-1.JPG


 


O facto de eu ter um Dácia na garagem e um morador das Quintinhas um Audi, não faz de mim um pobre nem transforma o habitante do resort mais famoso de Estremoz e arredores num rico. Tão pouco comparar o dinheiro que eu possa ter depositado no banco ou que o outro sujeito tenha, suponhamos, enterrado na sub-cave da barreca pode servir para aferir das necessidades de cada qual. Mesmo a eventualidade de sair o euromilhões a um de nós – a mim ou ao cigano das Quintinhas – não fará de nenhum dos dois um milionário. Na ocorrência de tal bambúrrio, se ambos retirarmos o dinheiro do banco – o que constituiria uma medida ajuizada, saliente-se – ambos podemos ser considerados uns pobres de Jó e, logo, candidatos a receber o RSI. Sim, que nestas coisas – como em todas as outras, aliás – a malta de esquerda é que sabe. E se a malta da esquerda disser que o sortudo apostador pode receber umas valentes maçarocas da Segurança Social, então é porque assim é que está bem e encerra-se já aqui o assunto.


De referir, por fim, que quem não estiver de acordo com o exposto é racista, xenófobo, populista, cultiva um discurso de ódio e devia era estar preocupado com o Berardo, o Oliveira, o Cavaco, o Dias Loureiro e as grandes fortunas que não pagam impostos. Mencionar o Sócrates, o Vara ou três bancarrotas com governos do Partido Socialista não vale.