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sábado, 20 de outubro de 2018

Indignação selectiva

A Amnistia Internacional apressou-se a manifestar o seu desagrado pela publicação de uma fotografia de uns patifes acabados de deter pela policia. Uma indignidade, consideram aquelas alminhas. Não vejo porquê. Apenas seria uma indignidade se, eventualmente, se tratasse de pessoas com dignidade. E isso não me parece que seja atributo de quem espanca brutalmente pessoas idosas. Não admira que organizações como a Amnistia tenham o desprezo de cada vez mais portugueses. É o que dá passaram a vida a preocuparem-se com os bandidos e ignorarem as suas vitimas. Por falar noutra coisa. A amnistia cá da terra já manifestou a sua indignação com as patifarias dos habitantes do Quintinhas Resort?

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Trabalhar de borla?! É uma coisa que me aborrece.

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Não gosto de self services. Tirando o multibanco. E, vá, mais uma ou outra coisa que igualmente me dê jeito. Embora, assim de repente, não me ocorra nenhuma. Trata-se uma maneira de uns quantos capitalistas nojentos diminuírem os custos - nomeadamente com pessoal - e aumentarem os lucros, os porcos-fascistas. Fazemos nós o trabalho das pessoas que eles despedem e das que não contratam, sem que ganhemos nada com isso. Nem, sequer, uma reduçãozinha no preço do bem ou serviço em que, por momentos, nos tornamos empregados do gajo a quem os estamos a adquirir.


Uma das superfícies comerciais cá da terra adoptou agora esse conceito no pagamento das compras. Substituiu umas quantas caixas tradicionais por outras onde é o cliente que trata de todo o processo que envolve pagar os bens que acabou de comprar. Por mim recuso. Não quero. Não sou empregado de supermercado. E se o incentivo é apenas evitar as longas filas que, agora, se formam nas outras, pouquíssimas, caixas que se mantém abertas, então prefiro ir abastecer a despensa a outro lado. Como, aliás, já faço em relação ao combustível. Não atesto o depósito em sítios onde, sem nada em troca, me forçam a ser gasolineiro.


Quem, aparentemente, aprecia o novo esquema é a malta do resort. Passam todos por aquilo do auto-pagamento. Gostam tanto da ideia que já não aborrecem as operadoras e os clientes das restantes caixas. Velhos e novos, mesmo sem saberem uma letra – ou um número - do tamanho de um burro, aprenderam depressa a trabalhar com aquelas traquitanas. Têm muita desenvoltura com as mãos, eles...

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

O primeiro que acenda a luz... (actualizado)

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Assim que as trevas da noite caem sobre a terra, diz que ali para os lados do resort cá do sitio fica um breu do caraças. Nem uma luzinha se acende. Parece que a EDP se fartou de fornecer energia gratuitamente às centenas de habitantes e tratou de resolver o problema. Electrodomésticos de toda a espécie serão, enquanto a normalidade não for reposta, monos sem utilidade. Uma chatice. Ou não, nunca se sabe. O pagode que por lá vive, estranhamente, não está a ser particularmente efusivo na reacção ao acontecido. Às tantas até andam satisfeitinhos – e satisfeitinhas - da vida. Daqui por uns mesitos ficamos a saber...


 


Actualização - Diz que o assunto estará resolvido e a luz regressado ao resort. Parece que agora irão "abastecer-se" de energia noutro poste um pouco mais distante. Tudo isto alegadamente, como é óbvio.