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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2023

Alegadas manhosices

1 – Mais uma negociada, alegadamente manhosa, a envolver a TAP. Descobriu-se, desta vez, que em 2011 o governo de então teria tido conhecimento de um “esquema”, que meteu compra de aviões a um preço superior ao que outras companhia pagaram pelo mesmo modelo de aeronave, com a finalidade de, alegadamente, beneficiar o então acionista maioritário. Duzentos e onze milhões, estima-se, terá sido o resultado da alegada marosca. Tudo culpa do Passos, já cá faltava. Coisa de meninos, se comparados com os três mil e setecentos milhões que os contribuintes portugueses enfiaram naquela empresa, para satisfazer os devaneios ideológicos dos inconsequentes mentais do BE e PCP.



2 – Por falar em comprar cenas por preço superior ao que outros compram. Acontecerá muito quando se juntam vendedores com reconhecida experiência na área da trafulhice e compradores com vontade de serem enganados. Especialmente se o dinheiro dos segundos não for deles e os primeiros tiverem um nível de generosidade particularmente elevado no que concerne à repartição de comissões. Dizem, que eu dessas coisas não sei nada.



3 – Uma moçoila daquelas que anda lá pelo governo a fazer de assessora, ou lá o que é que a menina faz, sugeriu a ocupação da ponte 25 de Abril como forma de protesto contra a chamada crise da habitação. Ainda que quando juntas na mesma frase as palavras “ocupação” e “habitação” me causem alguma brotoeja, esta ideia deixa-me visivelmente satisfeito e ansioso pela sua concretização. Não é que tenha especial apreço pela causa nem, tão pouco, por formas de luta que incomodem quem não tem nada a ver com o assunto. É só por recordar que foi com uma cena parecida que se iniciou fim do cavaquismo.

terça-feira, 7 de junho de 2016

O que é que tem a Caixa que, para a esquerda, é diferente dos outros?!

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O buraco na Caixa Geral de Depósitos que os contribuintes terão de tapar será, ao que rezam as crónicas mais pessimistas, superior aos do BNP e do BANIF somados. O que, tratando-se de um banco público, se afigura assaz estranho. Quase uma impossibilidade, diria. Pelo menos a acreditar na retórica esquerdista, que defende a nacionalização do sector bancário por forma a proteger-nos dos desmandos dos banqueiros privados. Vê-se. A julgar pela amostra nem é necessária grande capacidade imaginativa para calcular a tragédia em que estaríamos metidos se toda a banca fosse pública…


Estranho – ou, às tantas, talvez não – é que os Galambas, Jerónimos, Mortáguas e outros arautos da transparência e da honestidade não andem já por aí a malhar nas sucessivas administrações da Caixa. Mais estranho ainda não terem já proposto a constituição de uma comissão de inquérito para apurar a que se deve o descalabro da CGD. Terão, se calhar, medo das conclusões. Ou, então, já “concluíram” tudo. À excepção de uns quantos patetas, encandeados com o brilhantismo intelectual auto proclamado da esquerda, toda a gente percebe o que aconteceu. E também percebe que a esquerda não queira que se saiba.