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quarta-feira, 11 de abril de 2018

É fácil fazer caridade com o dinheiro dos outros...

Praticar a caridade com o dinheiro dos outros é um conceito cada vez mais praticado. Veja-se o caso da lei das rendas. Só um idiota chapado entra no mercado do arrendamento. As limitações são de toda a ordem que, em muitos casos, mais valia que o Estado nacionalizasse o imóvel e ficasse com ele para fazer o que muito bem entendesse.  


Ainda assim não é suficiente para a esquerda. Não quer despejos, reclama da caducidade dos contratos, entende que o proprietário não pode aumentar a renda para valores que garantam a rentabilidade do seu património e prepara-se para proibir, por via legislativa, a exigência de caução ou fiador. Ou seja, o legitimo dono não pode dispor livremente de um património que é seu. Excepto para pagar o IMI.  


Reafirmo, por isso, que só um parvo se mete nisso do arrendamento tradicional. E como se não bastasse o esquerdume está a aprontar, sob os mais variados e elaborados pretextos, um feroz ataque ao alojamento local e para fins turísticos. Tudo em nome dos pobrezinhos, alegam eles. E daqueles que, mesmo tendo nascido nas berças, se acham no direito a morar na praça. Com isso irão prejudicar centenas ou milhares de pessoas que obtêm, legitimamente, os seus proveitos nesta actividade. Mas não é coisa que importe. Como dizia o outro: "Não queremos cá disso. Depois aburguesam-se e já não votam em nós".  

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Os chatos querem as cidades só para eles

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Fazem-me alguma confusão as polémicas em torno do turismo. Nem, por mais turistas que andem por aí e em particular nas principais cidades, consigo entender o conceito de excesso de visitantes. Vão mas é passear com essas ideias. É graças a eles que a economia está a melhorar qualquer coisita, que o desemprego tem diminuído e que muitas ruínas têm sido recuperadas. Querem morar no centro de Lisboa e os proprietários – esses malandros – preferem apostar no mercado turístico?! Azarinho. Os prédios são deles e era o que mais faltava que não os pudessem rentabilizar. Pelo menos por enquanto. Quando isto for uma “Venezuela” logo se verá. E quanto aos turistas, que venham todos. Até os camafeus.