quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Ganharam uma vez...Tantas quanto o PCP e mais uma que o BE!

 


 


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Mesmo não apreciando as suas qualidades enquanto politico estou preocupado com o até agora Secretário-geral, Presidente, Chefe, Supremo líder ou lá o como se chama o cargo desempenhado por Garcia Pereira no MRPP. Diz que a restante camaradagem o suspendeu por, alegam, manifesta incompetência. Lá terão as suas razões. Mas, ainda assim, oxalá a coisa não descambe e acabem a acusar o homem de traição. Ou, pior, de ser um traidor incompetente.


De facto um gajo que disputa eleições há quarenta anos e nunca conseguiu ser eleito não parece ser lá muito competente. Mas, se calhar os mais novos já não se recordam e será por isso que pretendem correr com o senhor, o MRPP já fez parte do grupo de vencedores de uma eleição. Mas vencedores daqueles à séria. Não como estes que agora garantem ter ganho apesar de terem levado uma coça em toda a linha. Nem, tão pouco, como aqueles que também gritam vitórias eleitorais ainda que apenas consigam dez por cento dos votos. O MRPP fez parte dos que apoiaram a candidatura de Ramalho Eanes na sua primeira eleição como Presidente da República e, portanto, também pode reivindicar vitória.

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Até aborrece de tão inteligente que é...

Também eu, feito alarve, tratei de encomendar a tal tomada da EDP. Aquela que, garante a publicidade, é inteligente e tudo. Presumo que seja verdade. Será até uma sumidade no âmbito da eficiência energética e possuidora de uma genialidade sem par no que toca a controlar o consumo dos aparelhos em stand-by. Mas, para o uso que pretendia dar-lhe, a mim bastava que fosse tão parva como as outras. Ou, vá, ligeiramente menos dotada de inteligência. Daquelas onde a gente liga o que tem a ligar e a corrente flui normalmente. Sem interrupções nem cortes indesejados. Coisa para a qual o artefacto em causa parece não estar destinado. Ou muito me engano ou está aqui, está ali. No lixo. Chinesices!

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Não há refugiados grátis!

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Ah, pois é! Pensavam que isso era assim, à pála. De borliú, vá. Vinham para cá refugiados aos magotes e a malta não pagava nada... Isto é como os almoços, não há refugiados grátis!

domingo, 11 de outubro de 2015

Corrida à máquina dos votos...

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A história continua, sistematicamente, a repetir-se. Autarcas a guerrear - e a babarem-se – pelos fundos comunitários. Como se as “Casas da Cultura”, os “Patrimónios Mundiais”, os “Centros Interpretativos” e outras modernices, tão do agrado de certas elites, de oportunistas armados em intelectual e de simples chicos espertos com tendências para visionários fossem generosas ofertas dos Deuses.


Mas é disto que o povo gosta. Depois queixam-se que pagam muitos impostos, são vitimas de cortes orçamentais, austeridade e essas coisas. E quando a conta chega, não faltam artigos de opinião – falada e escrita - a argumentar que a culpa é dos ignorantes que votam nos partidos da direita. Todos os burros o dizem. E escrevem.


 

sábado, 10 de outubro de 2015

O Benfica não foi campeão a época passada!

Afinal, também nisto do futebol, temos andado todos a ser enganados. O Benfica não é o maior clube português. Nem, sequer, é o actual campeão do pontapé na bola. Porto e Sporting juntos têm mais sócios, mais títulos e na última época os pontos dos dois somados ultrapassam em muito os conquistados pelo Glorioso. Que, visto assim, até já não é tão glorioso quanto isso.

A caminho do socialismo. Outra vez.

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Primeiro não acreditavam nas sondagens. Não me preocupei. Também a mim não me parecia que a derrota da esquerda fosse assim tão significativa.


Depois não acreditaram no resultado das eleições. Nada que me causasse grande preocupação. A esquerda tem esta estranha tendência para achar que ganha sempre.


Agora querem formar governo. Comecei a ficar preocupado. De repente lembrei-me daqueles tempos em que a esquerda esteve no poder e em que chegou a pensar levar portugueses para o Campo Pequeno. E não, não era para assistirem a nenhuma tourada...

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

A sorte é que o país real não lhes liga nenhuma...

Só para ver se eu entendo. Se numa parelha de paneleiros um é o auto intitulado marido o outro é, necessariamente, o quê? Assim de repente e na falta de melhor conceito será “a” esposa, parece-me. Ou, recorrendo a um dito popular no âmbito casamenteiro, a “eleita”. Daí não perceber a histeria que se apoderou do país do Facebook e de outras instâncias minoritárias mas que, vá lá perceber-se porquê, acham ter o direito de regulamentar os limites da liberdade de expressão ou daquilo com que se pode brincar.


Para essa cambada de javardolas pode-se chamar ladrão, corrupto ou coisa pior aos políticos ainda que a maioria sejam cidadãos exemplares. Contar anedotas ridicularizando os habitantes de uma determinada região do país também é coisa que não suscita criticas a ninguém. Já fazer uma graçola sobre gente que – muito legitimamente, pois isso é lá com eles – tem tendências sexuais diferentes da generalidade das pessoas é que não pode ser. Porquê?! Será que não são iguais aos outros? Ou será que tem alguma coisa a ver com aquilo que me ensinaram em pequeno para não “fazer-pouco” dos doentes, dos aleijados ou dos malucos?!

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Ratas de sacristia

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Sacrilégio! Blasfémia! Hereges! Então não sabem que com o sagrado não se brinca nem, muito menos, se fazem piadolas?! É mais ou menos esta a narrativa – andava há tempos para escrever isto - das novas ratas da imensa sacristia em que se tornou a nossa sociedade. As santidades é que agora são outras. Já não estão pregadas em cruzes nem expostas em altares. Pavoneiam-se por aí, têm gostos esquisitos e, quais supremos lideres de uma qualquer democracia patriótica, ai de quem ousar zombar deles ou proferir a seu respeito um dichote mais sarcástico. Nojento!


 

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Vem aí a verdadeira troika?

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Chapelada. Não vejo outra forma de qualificar a eventual coligação PS-PCP-BE. Assim uma espécie de vitória na secretaria após, cada um deles, ter levado uma coça dentro do campo. A tramóia até pode ter cobertura constitucional. Pode, também, argumentar-se que o conjunto daqueles partidos recolheu o maior número de votos expressos. Pode isso tudo. Não pode é afirmar-se, sem fintar a verdade, que foi esse o projecto escolhido pelo eleitorado. Pelo contrário. O que se pode argumentar, com uma assinalável dose de certeza, é que caso se tivessem apresentado a eleições em coligação a votação que obteriam estaria muito longe de ser aquela. Mais. A maioria dos votantes do PS não se revêem nessa hipotética troika. Nem tão pouco os do Partido Comunista.


Tenho, apesar de tudo, uma enorme expectativa relativamente a este cenário. Nomeadamente em ver como vai ser justificado este acordo por algumas criaturas e, quando a coisa começar a azedar nas ruas, como será defendido o eventual governo dessa estranha coligação. Vai ser uma fartote de rir. Terá imensa piada ver, cá na minha terra, destacados dirigentes e militantes locais de PS e PCP que toda a vida se odiaram – em termos políticos e muitas vezes não só - do mesmo lado da barricada e a defenderam a mesma dama. Só por isso já valia a pena ver essa troika no poder...

terça-feira, 6 de outubro de 2015

As eleições não se ganham no Facebook

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Parte do país está em negação. Nunca equacionou que a coligação pudesse vencer as eleições e, desde domingo à noite, não faz outra coisa que mal dizer os portugueses que optaram por confiar o seu voto aos vencedores. Um lamentável exercício de falta de cultura democrática, de arrogância, de ausência de civismo, de educação e, também, de notória indigência mental.


Por muito que custe a esse pagode existe vida e existe gente fora do Facebook. Pessoas que, como eles, fazem as suas opções politicas. Que – não me interessa se mal ou bem – estão de acordo com o caminho que o governo escolheu para conduzir o país. Gente que, por pensar diferente, não é ignorante. Fez as suas opções, votou e o quadrado onde assinalou a sua intenção de voto foi o que recolheu mais cruzinhas. É a vida. De outra vez calhará a outros.


O curioso é que muita dessa gente que agora usa os maiores impropérios para ofender os votantes do PAF, gosta de citar Voltaire – Jorge Jesus também podia ter dito algo parecido – recitando aquele chavão do “não concordo com o que dizes mas defendo até à morte o direito de o dizeres”. Por aquilo que vejo, ouço e leio parece que esta vontade de sucumbir defendendo o direito à discordância não se aplica naquela coisa da liberdade de voto, ou lá o que é.

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

A importância do copo menstrual

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Como era de esperar as eleições trouxeram poucas novidades. Só uma a bem dizer. Aquela coisa do Pessoas-Natureza-Animais ou lá o que é. Contra as expectativas quase gerais conseguiram enfiar um deputado no Parlamento. Ainda bem que uns quantos portugueses introduziram na urna o seu voto com a cruzinha inserida no quadrado fronteiro ao símbolo do PAN e, assim, contribuíram para tornar mais animada a programação do canal televisivo AR TV.


Só hoje fui ler as linhas programáticas com que se coze aquela nova força politica. Fiquei, reconheço, manifestamente agradado. Deparei com uma panóplia de intenções geralmente boas – as minhas preferidas – e que depois de beber umas bejecas até era capaz de subscrever. Destaco aquela dos copos menstruais. Não estando, naturalmente, habilitado a pronunciar-me quanto às vantagens ou desvantagens do bem reutilizável em causa, saliento apenas a pertinência da questão. Ainda bem que alguém trouxe a menstruação para o debate politico. Era, admitamos, o tema fracturante que faltava.

domingo, 4 de outubro de 2015

Mais umas horas e isso passa...

O desespero é tanto, mas mesmo tanto, que não resistem a apelar ao voto. Ainda que de forma subtil. Ou que lhes parece a eles subtil. Caricaturas, frases feitas palermas e idiotices diversas ilustram hoje muitos “murais” do fuçasbook. Tempo perdido. Se querem ainda influenciar o sentido de voto de alguém vão a uma casa de banho pública, limpem o cú ao programa eleitoral e escrevam na parede uma palavra de ordem a apelar ao voto. É capaz de produzir mais efeito e ninguém fica a saber que andam a fazer figuras tristes.

sábado, 3 de outubro de 2015

Motivos de reflexão

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Mas para que raio serve este revolver? Quem pode estar interessado na sua compra? Que utilização pode um eventual comprador – ou compradora – dar aquela coisa? Que espécie de tara levou alguém a transformá-lo naquilo? Será que alguma vez foi utilizado num assalto? Ou, sei lá, noutra qualquer actividade lúdica? Terá sido com o seu precioso auxilio que os auto-rádios mudaram de lugar? Tudo questões deveras inquietantes. Apropriadas para um dia de reflexão acerca das promessas – falaciosas ou não – que ouvimos e lemos nos últimos dias.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

O advogado do diabo

Com o fim da campanha a aproximar-se os apelos ao voto tornam-se cada vez mais patéticos. Nomeadamente entre os socialistas que, desde há muito, contavam com uma vitória tranquila e absoluta. Compreendo o que estão a sentir. Deve ser, a confirmar-se no Domingo à noite a vitória da coligação, mais ou menos o que eu senti quando um obscuro jogador de futebol, dois minutos depois da hora, deitou por terra os meus sonhas de festejar mais um titulo do Glorioso. É a vida, já dizia o outro.


Mas voltando aos momentos patéticos. Costa auto proclamou-se o advogado dos fracos e oprimidos. Pois. Deve ser deve. Cá para mim é mais uma causa perdida...

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Poupanças

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Não tenho grandes preocupações com o ambiente e detesto ambientalistas. Nomeadamente aqueles – quase todos – que insistem em considerar a preservação de uma rabaça ou de um carrapato mais importantes do que a melhoria da qualidade de vida de uma qualquer pessoa. Sou, no entanto, um entusiasta das energias alternativas. Deve ser por ter a mania de fazer contas. E por, ao contrário da generalidade dos portugueses, ter a minha carteira em elevada consideração.


A mais recente aquisição neste domínio, embora já com uns meses, foi um painel para produção de energia. O resultado da poupança energética pode facilmente ser apreciado no gráfico acima. Mais de vinte e dois por cento da energia consumida foi gratuita e, por dia, cerca de sete horas o consumo da energia fornecida pela rede é meramente residual. Mas, reitero, o ambiente foi a última causa que pesou na decisão de compra. Mas isso sou eu que, se calhar, faço mais pelo ambiente do que a maioria dos ambientalistas.


 

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Sondagens que valem o que valem

Há reacções a isto das sondagens que me conseguem deixar ainda mais perplexo que o seu próprio resultado. Argumentam alguns experts que os estudos baseados em entrevistas telefónicas – telefone fixo, no caso - desvirtuam a análise influenciando, dizem, o resultado da coligação de direita. Por acaso também acho. Principalmente se os ditos inquéritos forem feitos em horário laboral. Neste caso os sondados serão, maioritariamente, reformados e desempregados. Dois grupos sociais onde, segundo os que desconfiam das sondagens, o descontentamento com o governo será maior. Ora se, ainda assim, o PAF tem uma vantagem de meia dúzia de pontos percentuais é, de facto, caso para desconfiar. Outra hipótese é o país dos comentadores, jornaleiros e intelectualidade urbano-deprimida pouco ter a ver com o país real. Mas isso já não é novo. Tem sido, pelo menos nestes últimos quarenta e um anos, quase sempre assim.

domingo, 27 de setembro de 2015

Pelo sim pelo não chamar-lhe-ia Mau-mé-mé...

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Adoptar um porco como animal de estimação e chamar-lhe, sei lá, Maomé ou outro nome qualquer como Bin Laden, Mustafa ou Abdul é coisa que, nesta ditadura do politicamente correcto, ainda é admissível?! Ou terei de lhe chamar Cavaco, Pinto da Costa ou Jesus (Jorge ou Cristo, tanto faz)para toda a gente achar imensa piada?!


 


O texto abaixo, publicado no Blasfémias.net, é capaz conter a resposta...


 


Desde o 11/Setembro que aprendemos todos, que existe uma certa cultura/religião que não podemos ofender, caso contrário arriscamos ser mortos e a culpa será inteiramente nossa. Assim, para vivermos sem medo e receio só temos que fazer o seguinte: calar a nossa religião, calar a nossa liberdade de expressão, calar a nossa capacidade critica…em suma viver numa auto censura permanente com medo de hostilizar os militantes da dita cultura/religião, que os lideres ocidentais nos juram a pés juntos ser a mais pacifica e bela de todas...”

sábado, 26 de setembro de 2015

Arrepios

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Arrepios. É, garante António Costa, o que os portugueses sentem perante a perspectiva da coligação de direita ganhar as eleições. Talvez sim. Ou talvez não. Depende. Nomeadamente daquilo que arrepia cada um. Palhaços sem graça, pântanos e um país de horrores – tudo coisas que associo a socialistas - causam-me muito mais arrepios.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Um mau comunicador estraga sempre uma boa ideia...

Custa-me a acreditar que António Costa e a sua trupe consigam perder as eleições. Se isso acontecer será um caso de estudo. Algo que servirá de exemplo durante muitos anos sempre que se pretenda demonstrar o que não deve fazer um politico, um partido ou uma candidatura que, de facto, pretenda ser eleito. Nomeadamente quando o adversário é daqueles a quem até o Pato Donald dava uma coça.


Aquilo é cada tiro cada melro. A começar pela tralha que gravita à volta do homem. Gente que cada vez que abre a boca convence cem eleitores a votar noutro partido. Qualquer que ele seja. Depois a maneira de comunicar. Absolutamente incapaz de transmitir uma ideia com clareza, de forma convincente e que faça os ouvintes acreditar que a proposta é séria, exequível e justa.


Veja-se, a titulo de exemplo, aquela coisa das prestações não contributivas ficarem sujeitas à condição de recurso. Uma excelente intenção e, acrescente-se, uma medida da mais elementar justiça. No entanto até mete dó a incapacidade - ou o medo, talvez - dos socialistas explicarem isto de forma a que o eleitorado perceba. Teria a sua piada se uma boa proposta, como esta é, fosse um dos principais motivos para a derrota do seu proponente. Ou, talvez, apenas revelador da qualidade do eleitorado.

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Os europeus é que têm a culpa. Não tinham nada de estar enterrados ali!

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Acho desde sempre que esta história da migração em massa de muçulmanos para a Europa vai acabar mal. Para nós, nomeadamente. Ou, pelo menos, para aqueles que tiverem o azar de viver no tempo em que eles já tenham islamizado o velho continente. O que, felizmente, não vai ser o meu caso.


Parece enraizada em certas mentes a ideia que a Europa tem a obrigação de acolher toda a gente. Pior, que deve tolerar todos os seus usos e costumes ainda que estes esbarrem de frente com todas as tradições europeias ou mesmo que afrontem os nossos princípios pacifistas. Parece até estarmos dispostos a abdicar deles só para mostrarmos a nossa tolerância face à ausência de princípios dos que chegam.


Ver gente acampada em cemitérios, sentada ou a caminhar por cima de sepulturas - para mais estando num país estrangeiro - é coisa que me choca. Mas, presumo, isso deve ser defeito meu. Será, provavelmente, algo absolutamente normal – tal como deixar um rasto de imundície por onde vão passando – para as pessoas oriundas daquelas paragens. Perto deste pagode os habitantes cá do resort são um modelo de urbanidade.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

O multiculturalismo é uma coisa muito linda...


Vede, vede, amiguinhos dos animais que são simultaneamente apoiantes da causa árabe, tolerantes com a barbárie islâmica ou, simplesmente, multiculturalistas convictos. Vede como são tratados os cães na rua muçulmana. O que se pode ver neste vídeo, presumo, também deve ser culpa dos americanos, dos israelitas e do ocidente em geral.


 

Outra vez a moenga dos cofres cheios

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Continua a haver quem insista em bater na tecla dos “cofres cheios”. Uma ofensa aos portugueses, garantem. Assim de repente não estou a ver porquê. E mesmo sem ser de repente também não. A mim o que me ofende – e muito – é existirem políticos que parecem apenas entender a actividade politica como a missão de esvaziar os cofres.

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Selfie stick

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O pau de selfie deve ter sido dos objectos mais vendidos este Verão. Não há vendedor ambulante que se preze que não tenha disso às paletes. O resultado é gente por todo o lado com a mão no pau. De selfie.


Mas isso é nas cidades. A moda ainda não chegou ao campo. Nada que impeça os saloios ou os camponeses do norte de, também eles, tirarem uma selfie...


 

domingo, 20 de setembro de 2015

Nem a caixa das esmolas escapou...

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A venda de itens – chamemos-lhes assim – como o da fotografia em feiras de velharias, mercados ou locais congéneres suscita-me umas quantas questões. Todas inquietantes, a meu ver. Mas deve ser só a mim que estas dúvidas se colocam. Se fosse assunto que preocupasse muita gente de certo o cenário não se repetia todos os dias e onde eventos destes se realizam...

sábado, 19 de setembro de 2015

Será uma auto-critica?

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Há coisas com piada. E depois há outras verdadeiramente hilariantes. Uma delas é um politico publicar mensagens como a que a imagem demonstra na sua página do Facebook. Nomeadamente quando o politico é um daqueles que estourou com as finanças da autarquia que dirigiu. Um estouro que terá profundas repercussões nos bolsos dos munícipes durante anos e que, a par de obras de inutilidade mais do que evidente, constituirá um verdadeiro manual do que o país deve evitar no futuro.

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Então e aquela coisa de não publicar fotos de criancinhas? Agora já não vale?!

Passaram ainda poucas semanas sobre a polémica acerca da publicação de fotografias de crianças nas redes sociais. Havia, então, uma quase unanimidade quanto à necessidade de preservar a imagem dos petizes e protege-los de uma quantidade quase infinita de coisas más que os podiam apoquentar se a sua foto fosse divulgada. Tudo isso agora parece que não interessa nada. Uns dias depois, hipocritamente, toda a gente desatou a publicar e partilhar imagens explicitas de crianças refugiadas. Há, nisto, qualquer coisinha que se me está a escapar...Mas sou tentado a admitir que quem antes defendeu a teoria da não publicação e agora publica ou partilha essas fotos é um filho da puta de um racista.

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Burrice engravatada

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Ultimamente tenho utilizado o facebook para comentar os assuntos de actualidade que os diversos órgãos da comunicação social vão publicando naquela plataforma. Comentários jocosos, tentativas de piadola - que aquilo só os parvos levam a sério – e muito de vez em quando um ou outra opinião mais fundamentada constituem a matéria que ocasionalmente vou deixando por lá. Sempre, mas sempre, com um link para o Kruzes. Que isto todos os blogueiros, por mais que escrevam o contrário, gostam é de ter visitas.


Sei há muito tempo que vivemos numa ditadura do politicamente correcto e que qualquer opinião que se desvie dos padrões que a moral – ou a falta dela – actualmente vigente é desconsiderada e o seu autor alvo de ofensas, insultos e ameaças diversas. Nestes tempos esquisitos que vivemos a qualquer um é reconhecido o direito a gostar de levar no cú – o que, naturalmente, é lá com ele – mas nunca lhe é reconhecido o direito a ver respeitada uma opinião discordante da tendência pretensamente generalizada.


Por mim não é coisa que me incomode. Ando nisto há anos mais do que suficientes para, sequer, me aborrecer. Pelo contrário. Aprecio com indisfarçável gozo a estupidez de uma imensa chusma de gente que se esforça por parecer culta e tolerante mas que, como dizia a minha avó, não passam de burros com gravata.

terça-feira, 15 de setembro de 2015

A diferença só está no preço...

Ao contrário do que está a acontecer com o BPN, foi prometido aos portugueses que não teriam de pagar um único cêntimo com a salvação do BES. Mentira, grita a oposição a uma voz. Vai-nos sair muito caro, garantem. Porque – e este é o melhor argumento que ouvi – se os bancos tiverem de arcar com o prejuízo isso traduzir-se-à em menos lucros e consequentemente pagarão menos impostos. O que, dizem e muito bem, implicará uma perda de receita fiscal e, por consequência, uma perda para os contribuintes.


Por mim não posso estar mais de acordo com este argumento. Dizem, de uma maneira muito clara, aquilo que ando a tentar verbalizar há dezenas de anos. Quando um qualquer patrão – recuso-me a chamar-lhes empresários - usa o dinheiro da empresa para ir às putas isso representa uma diminuição dos lucros e, consequentemente, menos impostos pagos. Ou seja, que tal como os gajos da banca nos está a copular a todos.




domingo, 13 de setembro de 2015

Mistificações...

Que o cidadão ainda a desempenhar as funções de primeiro ministro queira, a titulo individual, organizar uma vaquinha para ajudar os alegados lesados do BES a recorrer aos tribunais é coisa que não me incomoda. É lá como ele. Cada um faz as figuras tristes que entende. Por mim, como é óbvio, não dou para esse peditório.


A ideia é, de facto, parva. Daí não faltar uma panóplia de indignados a salientar a idiotice de quem a proferiu. Convém, ainda assim e mais uma vez, não ter memória curta. É que enquanto o Coelho sugeriu ajudar com os seus recursos, o presidente do PS, Carlos César, prometeu resolver a situação dos tais lesados com o dinheiro do Estado. E na solução socialista eu não tenho escolha. Terei mesmo de contribuir.


Há entre as duas ideias parvas dos dois políticos uma pequena diferença. Que, parece-me, toda a gente percebe. Até, desta vez, os mais ofuscados pelo brilhantismo de certos Messias...

sábado, 12 de setembro de 2015

Há muita falta de memória...

Escrevi em inúmeras ocasiões que os portugueses nada aprenderam com a crise. Nada. Nadinha. Népia. A maioria não percebe a ponta de um corno de politica, são iletrados em matéria financeira e, quase todos, uns perfeitos ignorantes da nossa história. Mesmo da mais recente. Além de que padecem de outro problema. São terrivelmente esquecidos e apenas conseguem reter na memória as recordações de curtíssimo prazo.


Tanto assim é que se preparam para colocar outra vez o PS no poder e eleger toda a tralha de incompetentes que nos levou à falência. Outro sinal – tão preocupante como o primeiro - é que, a julgar pela amostra de hoje, se puderem vão às trombas ao Parvus Coelho. Já não se lembram que o último politico que levou nas fuças foi Presidente da República durante dez anos quando, na campanha em que foi escovado, não tinha mais de oito por cento das intenções de voto...