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sábado, 2 de julho de 2022

Pássaros estúpidos a escarafunchar...

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Impossível ter morangos cá no quintal. Melros, pardais e outras aves que tais não permitem. Escarafuncham tudo. De tal maneira que chegam a arrancar os morangueiros. Este, que mostro na foto, vai pelo mesmo caminho. Para além dos estragos na agricultura da crise, ainda lhes sobra tempo e vontade para cagarem os carros, as paredes, o chão e mais o que calha. Uma javardice, é o que é.


Tudo porque uns idiotas, sentados num gabinete lá em Lisboa, decidiram que a passarada de todas as marcas e modelos deve ser protegida e que tirar-lhes o pio constitui uma espécie de crime. A parvoíce é de tal ordem que até para adquirir uma armadilha banal, daquelas que se vendiam em qualquer feira, é preciso conhecer as pessoas certas. Diz que vendê-las ou usá-las dá direito a uma coima de, no mínimo, duzentos paus. O que dá para comprar muitos morangos no supermercado, que é o sitio onde os totós que defendem estas medidas julgam que a comida é produzida.


Lamentavelmente a passarada não vai nas modernices da cambada de urbano-depressivos que manda nisto tudo. Podiam, por exemplo, praticar o acasalamento gay. Mas não. Insistem no modelo tradicional de família, os antiquados. Para mal do meu quintal, não só não alinham em paneleirices como, pior, reproduzem-se que nem uns malucos. Se calhar o melhor será dar a pílula às pássaras. Isso, ao menos, deve ser legal.

segunda-feira, 22 de maio de 2017

As cerejas da crise (ah, espera...isso já acabou!)

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A produção da cerejeira cá do quintal foi uma miséria. Uma crise, mesmo. Daquelas a sério. Ou não se resumisse a colheita praticamente a isto. Poucas mais ficaram na árvore. Para piorar o cenário – se é que um cenário tão desolador pode ficar pior – há ainda os melros. Essa ameaça alada que paira sobre as cerejas mal elas começam a apresentar uma cor vagamente parecida com a camisola do Glorioso. São mais que muitos, os patifes dos melros. Que, para a coisa ficar mesmo má, se trata de uma espécie protegida. Vá lá saber-se porquê, se não estão em vias de extinção nem nada. Pelo contrário. Bicharada dessa não falta por aqui. Dessa e doutra. Que, diz, também não se pode matar. Parece que é proibido matar seja o que for que tenha asas. Não fosse isso e já teria feito uma fisga. Isso e as janelas da vizinhança.