António Costa proclamou ontem que o país não está condenado à austeridade. Há, garante o próximo primeiro ministro, outra via. Aumentar a riqueza. Não sei como é que até agora, tantos e tantos bitaites mandados ao ar sobre a melhor maneira de sair da crise, ainda ninguém se tinha lembrado disso. Lembrou-se ele. Que é, para o caso, o que importa.
Assim de repente não sei ao certo – pior, nem ao incerto – o que significa, no contexto de solução para o actual estado de coisas, isso de aumentar a riqueza. Não sei nem me interessa muito. Mas gosto. Bastante, até. Posso afiançar que estou quase, quase, convencido que a ideia – repito, seja lá o que for que ela represente – está prestes a tornar-me num indefectível apoiante do homem. Essa coisa de me aumentar a riqueza está mesmo a entusiasmar-me, o que é que querem...













