Não gosto de pagar impostos. É uma coisa que me aborrece. Uns mais que outros, é certo. Por que se em relação ao IRS ou ao IVA, por menos que se goste, a razão da sua existência é evidente, outros há que não lembram a ninguém. Ou melhor, lembram à corja que nos governa. Estes, os que estiveram antes e os outros antes deles.
Para além do IMI, a que fiz referência noutro post, a TMDP – taxa Municipal dos Direitos de Passagem – que pagamos na factura dos serviços de telecomunicações, constitui outro exemplo da indigência intelectual de quem nos tem governado. Nem está em causa a quantia. É ridículo – não passa de uns cêntimos por mês – e para as autarquias, que são as destinatárias finais desta receita, representa um valor residual nos respectivos orçamentos. A teoria que presidiu à criação desta taxa é que é absolutamente estúpida. Atente-se nisto. Os cabos passam sobre o meu quintal e podem, até, causar-me algum tipo de estorvo mas, ainda assim, eu é que pago a taxa. Não devia ser ao contrário? Eles a pagarem-me a mim por utilização do meu espaço aéreo?
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