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domingo, 14 de setembro de 2025

Diz-se "mas" com demasiada ligeireza...

Ainda sou do tempo em que, nos Estados Unidos da América, tanto fazia estarem no poder os Democratas como os Republicanos. Aquilo pouco ou nada mudava. Há, até, aquela laracha que garantia que um Republicano era um Democrata a quem roubaram a carteira. Hoje, desgraçadamente, o país está ultra radicalizado e as consequências disso estão mais do que à vista. Para eles e, por arrastamento, para o resto do planeta. E não se pense que isto é de agora. Trump é, apenas, mais uma consequência do Wokismo e da resistência que inevitavelmente teria de surgir em relação a essa doutrina ditatorial.


O assassinato daquele fulano da extrema-direita foi só mais um caso de intolerância e radicalismo. Que, ironicamente, levou um sujeito intolerante e radical – em nome do combate ao radicalismo e intolerância - a abater outro indivíduo igualmente intolerante e radical. Felizmente os moderados não demoraram a reagir. É ouvi-los nas televisões. São tão moderados, mas tão moderados que até aborrecem com tanta moderação. O pior é que para justificar o elevado nível de moderação que se esforçam por evidenciar, estão em permanência a recorrer a exemplos de assassinatos anteriores, perpetrados por outros radicais igualmente intolerantes, para confrontar os demais moderados com quem debatem. A palavra “mas”, na análise deste crime, está a ser repetida em demasia e isso, digo eu, devia envergonhar quem a usa.