Ainda sou do tempo em que, nos Estados Unidos da América, tanto fazia estarem no poder os Democratas como os Republicanos. Aquilo pouco ou nada mudava. Há, até, aquela laracha que garantia que um Republicano era um Democrata a quem roubaram a carteira. Hoje, desgraçadamente, o país está ultra radicalizado e as consequências disso estão mais do que à vista. Para eles e, por arrastamento, para o resto do planeta. E não se pense que isto é de agora. Trump é, apenas, mais uma consequência do Wokismo e da resistência que inevitavelmente teria de surgir em relação a essa doutrina ditatorial.
O assassinato daquele fulano da extrema-direita foi só mais um caso de intolerância e radicalismo. Que, ironicamente, levou um sujeito intolerante e radical – em nome do combate ao radicalismo e intolerância - a abater outro indivíduo igualmente intolerante e radical. Felizmente os moderados não demoraram a reagir. É ouvi-los nas televisões. São tão moderados, mas tão moderados que até aborrecem com tanta moderação. O pior é que para justificar o elevado nível de moderação que se esforçam por evidenciar, estão em permanência a recorrer a exemplos de assassinatos anteriores, perpetrados por outros radicais igualmente intolerantes, para confrontar os demais moderados com quem debatem. A palavra “mas”, na análise deste crime, está a ser repetida em demasia e isso, digo eu, devia envergonhar quem a usa.
De moderação em moderação se vai perdendo a razão e alimentando a violência.
ResponderEliminarCharlie Kirk era um homem de mente aberta, mas firmes convicções enraizadas no seu cristianismo. Nunca distribuiu ódio e até repreendia os seus simpatizantes que hostilizavam os interlocutores hostis ou os tentavam silenciar. Respondia educadamente, argumentava com factos e estatísticas e respeitava todos.
ResponderEliminarEra marido e pai.
As sessões que fez estão disponíveis para todos verem e confirmarem a elegância das suas intervenções.
Concordo. Estive emigrado alguns anos no Reino Unido e sei suficientemente o inglês para afirmar o mesmo. Que os média (no geral activistas de esquerda mal disfarçados) tenham convencido mesmo os não esquerdistas de que homens que não são extremistas(em nenhum video que tive oportunidade de ver,obviamente não vi todos,ouvi o sr Kirk a promover a violência) o são diz muito sobre estes tempos, enquanto encobrem os realmente extremistas e violentos que exercem a violência em nome do bem tal como o fizeram os piores ditadores do século xx.
ResponderEliminarComo os média reportam as diferentes manifs,conforme são de um lado ou outro do sistema político e social(canal Decoy Voice).
ResponderEliminarCharlie Kirk has not only inspired millions to join his cause in America, but now the entire world is joining the movement. With mass marches in the UK, South Korea, and Australia. This really highlights how the media handles them differently than the protests we recently saw in France. Will they be able to stop Charlie now?
https://youtu.be/FR2b_q3FxA0?si=SX6f8GFflpCtkW5O