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domingo, 4 de dezembro de 2022

Mais uma espécie de negacionistas...

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Há piadas que se fazem sozinhas. Como esta. Nem vale a pena acrescentar seja o que for. Fazê-lo implicaria o risco de estragar a piadola.


A imagem consta de um folheto criado por uma universidade brasileira que tem como finalidade alertar para a prevenção do cancro da próstata. Logo o conteúdo é manifestamente desajustado, chamemos-lhe assim. É tramado, mas por mais voltas que queiram dar a natureza é o que é. Quem não percebe é burro. Ou burra.


Como sempre digo, tenho o maior respeito por uma pequena franja da população afligida por esta terrível doença do foro psiquiátrico. O que me irrita é a tentativa de controlo da linguagem com intenção de a impor à realidade. Coisa que – bem como aqueles que se dedicam a essa prática – me merece o maior desprezo.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Fim de todos os exames deste mundo! E do outro também, já agora.

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De vez em quando dou por mim a concordar com a “geringonça”. Demasiadas vezes, até. Agora é aquela coisa do fim dos exames. Acho muito bem que acabem. Todos. E de toda a espécie. Aquilo não traumatiza e inferniza apenas a vida das criancinhas. Tortura toda a gente.


Os exames de condução, por exemplo. Um aborrecimento. E não servem para nada. Podiam, com vantagem, ser substituídos pela avaliação contínua na escola de condução. Quem sabe a profusão de acidentes de trânsito se deva à infelicidade dos condutores por terem sido submetidos a exame. E, em caso de atropelamento, é preferível ser atropelado por um condutor feliz. Sê-lo por um que tenha sido examinado só traz chatices.


Ou, outro exemplo de coisas nocivas, os exames médicos. Uma seca. Deviam ser extintos. Já. Há lá coisa mais angustiante ou traumática do que o exame da próstata! Se temos todos de morrer, que morramos felizes. Sempre é melhor do que falecer traumatizado.