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segunda-feira, 28 de março de 2016

Ainda a propósito de Bruxelas

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Ainda estou em choque. Aquilo devia ser proibido. Pessoas, na rua, a manifestarem-se de cara tapada e a vociferar a sua intolerância perante modos de vida, culturas, religiões e valores aparentemente inconciliáveis com os seus é coisa que a Europa não pode tolerar. Não são estes os valores europeus. Nunca Bruxelas havia visto uma coisa assim. Nem Londres, Paris ou outra qualquer capital europeia. Há que travar estes patifes da extrema-direita. Constituem uma ameaça à paz e ao projector integrador, multi-cultural e humanista que os manifestantes das imagens que acompanham este texto tanto se esforçam por implementar no velho continente. Não tarda esses malandrins dos extremistas de direita ainda se começam a rebentar nos aeroportos, esplanadas, transportes públicos, teatros e sabe-se lá onde mais. Esses xenófobos são capazes de tudo só para nos aterrorizar.



terça-feira, 22 de março de 2016

Não se pode eutanasia-los?!

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Há duas frases, ambas muito repetidas nos últimos anos, relativamente às quais tenho as maiores reservas. Uma é “um terrorista bom é um terrorista morto”. A outra “nem todos os muçulmanos são terroristas”. Pois. Tenho manifesta dificuldade em entender como é que um terrorista suicida pode, depois de morto, ser bom. Afogado num qualquer oceano é capaz de ser muito melhor. Não sei, digo eu. Quanto à segunda posso dar o beneficio da dúvida. O nível de terror dependerá sempre de quem o sente e porque o que aterroriza um individuo pode não ser o que deixa outro aterrorizado. E, por outro lado, admito, nem todos os seguidores do profeta serão gente de andar por aí a aterrorizar. O pior é que quase todos os que aterrorizam são muçulmanos.