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sábado, 20 de maio de 2023

Ratos voadores

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Apenas a imensa estupidez humana permite que a cena retratada seja hoje, infelizmente, comum à generalidade das esplanadas. Isto quando, recorde-se, ainda há pouco tempo o mundo se fechou em casa com receio do contacto próximo entre as pessoas e, mesmo hoje, muitos se sintam constrangidos com a proximidade de estranhos. Os pombos são uma praga, transmitem inúmeras doenças, mas o pagode não se importa. Em nome da igualdade entre as espécies, suponho. Por mim recuso-me a ser igual aos que assim pensam. Se querem ser iguais aos bichos é com lá eles. Façam-no é onde não aborreçam ninguém, nem o seu comportamento ponha em causa a saúde e o bem estar dos demais.
Escrevi um destes dias que, em breve, os fumadores terão menos direitos do que um cão. Não se poderão sentar, por exemplo, em muitas esplanadas a fumar o seu cigarrito, não vá o fumo incomodar – e, por vezes, incomoda – o vizinho da mesa ao lado. No entanto os pombos, para uns quantos anormais, são bem-vindos. Ai de quem os enxote. Levanta-se de imediato um coro de indignações. Embora isso não adiante, porque eles voltam. O melhor mesmo é torcer-lhes o pescoço. Mas com cuidado. O bicho é frágil e cabeça separa-se com facilidade do resto do corpo, como ocorreu um destes dias num local que me escuso a identificar. É que depois jorra sangue por todo o lado. O que é um bocadinho chato, diga-se.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Pombos


Cá a terrinha, como quase todas as outras sejam grandes ou pequenas, está cheia de pombos. O que não surpreende. Os gajos reproduzem-se como o caraças e, para ajudar à festa, há sempre uns javardões a tratar de os alimentar. Devem-lhes achar muita graça, eles. Ou, coitados, pensam que estão a fazer uma boa acção. Se a isso juntarmos a habitual e tão característica inércia das autoridades que deviam tratar disto e não tratam, temos a javardice perfeita.

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Façam antes pipocas, pá!

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Alguém que explique aos velhotes que não devem alimentar os pombos. Convencê-los a abandonar esta prática, admito, é capaz de ser uma tarefa difícil. Eles são muitos. Bastante teimosos, por norma e as cidades estão sobre-lotadas de pombos e de velhos que se dedicam a esta prática. Que pode, até, constituir um nicho de mercado bastante apreciado pelos vendedores de milho mas, para a população em geral, é um aborrecimento. Há que fazer qualquer coisa que nos livre de tanta passarada. Já nos chegam os passarões.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Ratos voadores

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Agora é a tentativa de controlar a população de pombos a suscitar a ira dos amiguinhos dos animais. Uma fonte de doenças, como se sabe, essa bicharada. Ainda assim há quem os queira proteger e conteste as coimas para quem os alimente que, em boa hora, alguns municípios resolveram incluir nos seus regulamentos.


Em vez do extermínio em massa dessa espécie de ratazanas com asas, coisa que se faria a baixo custo e com elevada eficácia, as medidas colocadas em prática nalguns locais, com vista à redução de efectivos são absolutamente ridículas. Aquela, por exemplo, de capturar o bicho na cidade e ir soltá-lo ao campo nem a mim me lembraria. Ou, como propõe a agremiação de idiotas também conhecida por PAN, enganar as pombas substituindo os seus ovos por outros de gesso ou plástico também tem a sua piada. Principalmente quando vinda de um alegado partido político. Como é que se vai confiar em gente que até os pombos quer ludibriar?!

terça-feira, 21 de junho de 2016

Um pombo tem sentimentos?!

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Esta gente dos amiguinhos dos animais não me dá descanso. Cada dia sua indignação. Ou, como se diria noutros tempos, cada tiro cada melro. Diria, porque agora já não se pode atirar aos melros. Ou torcer o pescoço a um pássaro qualquer. Nem, sequer, a esses que poluem as cidades, deterioram os edifícios e nos cagam em cima.


Mas, voltando à vaca fria, os amiguinhos da bicharada indignaram-se este fim de semana com um Município ribatejano que resolveu controlar a população de pombos lá da terra. Uma chatice. Não se faz. Atrair os bichinhos para uma gaiola, onde estava depositado milho, da qual já não conseguem voltar à liberdade, não é coisa que se faça àqueles seres. Sencientes, possivelmente. Pior, argumentavam, sabe-se lá que destino está reservado aos pobres animais não humanos tão cruelmente capturados. Se calhar, receavam algumas alminhas, nem os vão soltar longe. Assim, tipo um descampado, onde não façam mal a ninguém. Às tantas ainda os matam. Uma maçada.

quinta-feira, 26 de março de 2015

Pombos

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Cá a terrinha, como quase todas as outras sejam grandes ou pequenas, está cheia de pombos. O que não surpreende. Os gajos reproduzem-se como o caraças e, para ajudar à festa, há sempre uns javardões a tratar de os alimentar. Devem-lhes achar muita graça, eles. Ou, coitados, pensam que estão a fazer uma boa acção. Se a isso juntarmos a habitual e tão característica inércia das autoridades que deviam tratar disto e não tratam, temos a javardice perfeita.