Pelo mediatismo da cena, é hoje um tema recorrente aquilo de ontem no Estádio da Luz. Apenas os dois intervenientes saberão ao certo o que terão dito um ao outro. Ainda que estejam a poucos metros de distância, é por demais improvável que outros jogadores tenham entendido a conversa. Será, por muito que de um lado e outro berrem o contrário, a palavra do brasileiro contra a do argentino.
Por mim, mesmo que o tipo do Benfica tenha chamado macaco ao do Real Madrid, não estou a ver onde esteja o racismo. As imagens do comportamento do avançado madrilista na comemoração do golo não deixam dúvidas e mostram claramente que foi fazer macaquices para bandeirola de canto. Ora, quando fazemos macaquices, independentemente da cor da pele que tenhamos, corremos o sério risco de alguém nos chamar macaco. Se calhar, em lugar de hoje se falar daquilo como um acto de racismo, devíamos falar de educação. Nomeadamente da falta dela. De ambos.

Leia ISTO , sff, que vai gostar.
ResponderEliminarEu até tenho o texto impresso que guardei para a posteridade.
Publiquei no meu cantinho, mas não me recordo que título lhe dei nem em que 'etiqueta' o incluí.
Obrigada.
Saudações.
Marega, enquanto profissional, terá ao que rezam algumas crónicas deixado muito a desejar. Do Vinicius nem vale a pena falar. Tem tanto de bom jogador como de provocador. É por isso que não ganhou a bota de ouro. Faz lembrar aqueles meninos birrentos e mimados que levam o dia a chatear todos os outros e quando algum o aborrece vai a correr fazer queixinhas ao adulto mais próximo.
EliminarQuanto ao Prestianni admito que lhe tenha chamado isso - apropriado, não pela cor da pele mas pela a natureza do festejo que fez junto à bandeirola de canto - até porque o argentino também não é flor que se cheire. Podia e devia ter escolhido outro insulto. Charmar-lhe, por exemplo, "Filho de uma gradessima meretriz", o que, pasme-se, é hoje muito menos ofensivo e não dá direito a paragem de jogo nem qualquer outra sanção. Sinal dos tempos em que a igualdade da mulher é muito bonita, mas ...
Em resumo. Reitero, só vejo ali falta de educação. Muita, mesmo.
Ah, e ainda bem que aquilo do Varandas acerca do roubo de toalhas num jogo de futebol só acontece em África, não é racismo. Vá lá saber-se porquê...
Cumprimentos e saudações benfiquistas (o clube do Coluna, do Eusébio e do Mantorras)
...e do jornalista Ferreira Fernandes! :-)
EliminarNeste site deve ser mais fácil ler - para recordar, claro - pois já devia conhecer.
ResponderEliminarhttps://francis-janita.blogspot.com/2020/02/ate-eu-que-nao-vou-em-futebois.html
Desculpe lá a massada, já lá vão 6 anos...como o tempo passa rápido!...
Ora bolas! Veja só o grande erro - de palmatória - como exprimi o facto de o puder estar a importunar: maçada e não «massada» que deriva de massa.
EliminarBem, vai ver e a burra sou eu!! Contrariamente ao que dizia Scolari, que interrogava, eu afirmo!
Bom dia.
Macaco não é aquele maduro lá do Porto? O Correio também é racista, afinal. Quem diria!…
ResponderEliminarEsse, como é branco, não faz mal. Ofensivo seria chamar-lhe urso polar.
EliminarPor estas e por outras cenas é que detesto futebol.
ResponderEliminarInfelizmente há imenso racismo não me venham dizer que não!
Beijos e um bom dia!
O Vinicius é dos melhores futebolistas da actualidade. É também, ao nivel do fair-play, do que de pior existe. É, neste âmbito, um ser absolutamente desprezivel e certamente não será por acaso que é detestado em Espanha por toda a gente que nãoo é adepta do Real Madrid. De resto não é estranho que tendo aquela equipa meia-duzia de jogadores negros a confusão seja sempre e só com ele?
EliminarCumprimentos