
1 - Garantia em tempos um ilustre socialista, infelizmente já desaparecido, que “há muita falta de memória na política e nos políticos”. Também já não existem pessoas ilustres naquela área politica, mas isso é outra história. Ou não. Seja como for, agora que por convicção ou conveniência muitos socialistas se tornaram simpatizantes da extrema-esquerda, importa recordar-lhes qual era a posição do PS sobre o Vinte Cinco de Novembro. Talvez eles já não se lembrem que, em tempos, aquele partido foi o garante da liberdade e da democracia em Portugal.
2 - Até há pouco tempo achava piada ao temor que o Chega suscita a muita gente. Já não acho. Estou como o outro, mudei a percepção que tinha sobre o assunto. Hoje tenho receio que, num futuro provavelmente mais perto do que agora imaginamos, a opção de escolha para governar este país se limite apenas a dois partidos igualmente radicais e extremistas. O PS e o Chega. O primeiro está a ser engolido pelos esquerdismo radical e o segundo a engolir a direita moderada.

3 - A capa de hoje do “Record” é tudo menos inocente. Um nojo. Felizmente há muitos anos que não compro tal pasquim nem, enquanto me lembrar de tamanha javardice, voltarei a comprar. Tão pouco tornarei a visitar o site daquele monte de merda sob a forma de jornal, debaixo do qual está uma toca de lagartos esquerdalhos.

















