“Faz parte”, tem sido a lacónica reacção dos ministros alvejados com a tinta arremessada pelos arruaceiros da Climáximo. Não, não faz. Não faz parte da função de quem governa normalizar atitudes ou organizações que defendem e praticam acções contrárias ao Estado de direito. Percebo que, enquanto a coisa não for a pior, vá dando jeito ao governo que os seus membros reajam com benevolência. Por um lado garantem o apoio do eleitorado, que tende a colocar-se do lado da vitima e, por outro, uma reacção mais musculada da segurança deixaria a comunicação social horrorizada, o que seria trágico para António Costa e “sus muchachos”.
Para os desordeiros em questão, ao que parece patrocinados pelo Bloco de Esquerda, o ambiente é o que menos lhes importa. A agenda é outra. Destabilizar, apenas e só. Se o foco fosse o clima já teriam, no mínimo, atacado as embaixadas da China ou dos Estados Unidos. Mas não. Limitam-se a prejudicar quem trabalha e a partir coisas. Os papás pagam o prejuízo, se alguma vez chegarem a ser condenados.
Uma das propostas destes indigentes mentais é aplicação de uma taxa de IRS de noventa e nove por cento a rendimentos superiores. Uma ideia que num país de baixos salários, elevado nível de inveja pela vida do vizinho e com um eleitorado que vota maioritariamente à esquerda possa suscitar alguma simpatia. Cálculo, assim por alto, que uma taxa dessa grandeza iria proporcionar ao Estado uma receita adicional de, aproximadamente, zero euros. Ou menos, que isto ninguém está disposto a dar pão a malucos.
Estes meninos e meninas não merecem que eu gaste energias com eles! Enfim!
ResponderEliminarBeijocas e um bom dia
É energia renovável, dessa não faz mal
ResponderEliminarCumprimentos