Diz que um marmanjo qualquer foi escolhido como “miss” não sei quê, em detrimento de umas quantas moçoilas bem-apessoadas. Rapidamente esta escolha dos especialistas especializados na especialidade se tornou objecto de chacota e alvo de graçolas carregadinhas de jocosidade. É o exercicio da liberdade. De todos. Dos que se candidatam a estes concursos, dos que escolhem e dos que criticam. E se num próximo evento escolherem uma égua ou uma raposa que se identifique como mulher também não terá mal nenhum, que as há bem bonitas.
Trata-se, garantem os entendidos e os apoiantes da causa – os mesmos, por norma – de desconstruir preconceitos e outras cenas assim. Se é por isso, acho bem. É tempo de acabar com o estereotipado discurso das tradicionais vencedoras desses concursos que sistematicamente sonham com a paz no mundo e parvoices dessas. Veja-se o exemplo do gajo que escolheram como miss qualquer coisa – em Espanha, se não estou enganado – que garantiu que o seu maior sonho é ter um útero. Para poder fazer um aborto, esclareceu.
Tal é o estado do mundo a que chegámos.
ResponderEliminarPoderia eu dizer que anda tudo virado de pernas ao ar. Poderia, se não percebesse que de pernas para o ar anda muita gente. Estes e os outros.
ResponderEliminarNão defendo nem ataco ninguém. Apenas me sirvo da memória que, é bom que se diga, já não e o que era.
Cumprimentos, caro KK.
É a evolução da espécie, suponho...
ResponderEliminarCada um goza a seu modo, já dizia uma pessoa que gosto muito de citar. Ou, como sempre digo, desde que não me aborreçam façam lá o que quiserem.
ResponderEliminarCumprimentos, caro António.