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terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Método de poupança. Forçada, no caso.

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Métodos de poupança é o que mais há. Quase tantos como maneiras de gastar dinheiro. Por ser inicio do ano não têm faltado dicas acerca do assunto. Deve ser uma espécie de motivação ou isso. Por mim não alinho muito nessas práticas. Tenho quem o faça por mim. Gente simpática, que se preocupa comigo e com as minhas economias. Tanto que, de agora em diante, vão todos os meses retirar uma parcela ao meu ordenado. Diz que me será entregue apenas lá para Novembro. Vésperas de Natal, quase. Garantem-me que, com este método, consigo poupar o equivalente a meio mês de estipêndio. E já avisaram que para o ano a coisa duplica. Vai chegar mesmo ao mês inteiro. A poupança. Ou corte de vencimento, na minha perspectiva. 

domingo, 23 de outubro de 2016

Contas de sumir

Tal como receava, o subsidio de natal vai voltar a ser pago em Novembro. Em 2017 apenas cinquenta por cento – o restante continua em duodécimos – e em 2018 na totalidade. Significa isso que, nos próximos dois anos terei uma diminuição do meu vencimento mensal durante onze meses. Ah e tal, argumentam entre outras coisas os defensores da medida, isso no fim do ano dá o mesmo. Pois que não sei. Hesito acerca disso. Então se assim é e no fim continua tudo igual, por que raio não aplicamos o mesmo principio à retenção na fonte do IRS?! Não descontamos nada ao longo do ano e no fim fazemos contas. Não sei é se o ministro das finanças ia achar graça a uma coisa dessas. Deve, presumo, fazer as mesmas contas que eu. Outro parvo, por assim dizer. Recebia tudo de uma vez, o palerma, que assim avultava muito mais para os cofres do Estado.


E depois há ainda aquilo do consumo, ou lá o que é que aquela malta quer estimular. Estou a ter alguma dificuldade em perceber o estimulo. É suposto ficarmos estimulados só uma vez por ano? Parece-me, manifestamente, pouco. Por mim gosto de me sentir estimulado mais amiúde. Deve ser defeito. Ou feitio, quiçá.

domingo, 3 de abril de 2016

Palavra dada é palavra honrada?! Depende...

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Palavra dada é palavra honrada, gosta de dizer o cidadão que ocupa o cargo de primeiro ministro. O problema é que as palavras dadas foram mais que muitas. A todos. A propósito de tudo. Deu, entre outras, a palavra que este ano os funcionários públicos deixavam de receber o subsidio de Natal em duodécimos passando aquela remuneração a ser paga, por inteiro, em Novembro. Tal como acontecia na era pré-troika. Pois que não vai ser assim. De acordo com o Orçamento do Estado agora publicado continuará tudo na mesma. Por mim tudo bem. Até prefiro que continue como está. Mas já aquela coisa da palavra dada...