quinta-feira, 6 de julho de 2017

"Cóltura". Muita "cóltura".

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(Foto publicada na internet por: Municipio de Estremoz) 


 


Acho muito bem isso do Museu Berardo em Estremoz. Precisamos de coisas. De todo o género. Nomeadamente daquelas que tragam gente à cidade. Por mim, mesmo não apreciando por aí além essas cenas da cultura, sou gajo para ir lá dar uma vista de olhos a uma ou outra exposição. Especialmente quando os itens expostos forem assim mais ou menos como aqueles, da colecção do cavalheiro, que estão no Centro Cultural de Belém. Visitar aquilo faz-me sentir bem. Saio sempre de lá convencido que arte daquela também eu fazia. Mas bem feita.

17 comentários:

  1. Não gosto das obras do Berardo e fui ver uma e pensei o mesmo que tu:))))

    Mas que são apreciadas lá isso são...mas não contem comigo!

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  2. Hoje em dia é fino gostar daquelas coisas manhosas. Mesmo que não se faça a mais parva ideia daquilo que estamos a apreciar. Como uns patetas que olhavam embevecidos para uma tela com apenas dois riscos, um horizontal e outro vertical, exposta no CCB. Grandes parolos!

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  3. Anónimo10:02 p.m.

    Concordo plenamente.
    Quem irá pagar as obras?

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  4. Anónimo10:05 p.m.

    Quando vi os andaimes pensei que se iria começar a recuperação do edifício, mas afinal não passa de um golpe publicitário.
    Quem irá beneficiar?
    Ou será já a campanha para as municipais?

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  5. Paga o Berardo, então o prėdio não é dele?!

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  6. Tudo tem o seu timing. Mas de certo a espera vai valer a pena.

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  7. Anónimo9:18 p.m.

    Pedro
    Será que vai valer a pena?
    Vou esperar para ver.
    Se lá for, será apenas pelos azulejos.

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  8. Anónimo7:30 p.m.

    Então e agora?
    Segundo se diz, o homem deve 500 milhões de euros.
    Será que os vai pagar com as cobranças de entrada no museu de Estremoz.

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  9. Nah...para resolver isso da divida - alegada divida, pelo sim pelo não - a CGD aumentou as comissões bancárias.

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  10. Anónimo8:59 p.m.

    Joaquim
    Muito interessante, no entanto interrogo-me sobre qual a dificuldade em arranjar um espaço condigno para a coleção de material agrícola existente nos barracões junto aos depósitos da EPAC, material esse, maioritariamente “oferecido” por Estremocenses, que já esteve exposto num espaço a que foi dado o nome de “Museu da Alfaia Agrícola”. Espaço sempre muito mal tratado pela câmara de Estremoz.

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  11. Outro museu?! Dasss... Ainda digo como aquela personagem do Eça quando instado a contar o que tinha achado de Jerusalém. Temos mais espaços culturais do que Lisboa, irra!

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  12. Anónimo12:30 p.m.

    Fernando
    Então o que pretende?
    Terra limpa?

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  13. Isso, pelo menos, não tem custos...

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  14. Caro Anónimo Joaquim Fernando Pedro

    Se quiser concretizar está à vontade. Caso contrário pensarei que é um idiota. O que não deve andar longe da verdade a julgar pelo comentários que tenho tido a paciência de aturar.

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  15. Anónimo11:44 a.m.

    Fernando
    Paciência de aturar?
    Meu caro só lhe temos dado visibilidade.
    Será que a merece?
    Quanto a idiota, cada um a si se reconhece.

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