(Foto publicada na internet por: Municipio de Estremoz)
Acho muito bem isso do Museu Berardo em Estremoz. Precisamos de coisas. De todo o género. Nomeadamente daquelas que tragam gente à cidade. Por mim, mesmo não apreciando por aí além essas cenas da cultura, sou gajo para ir lá dar uma vista de olhos a uma ou outra exposição. Especialmente quando os itens expostos forem assim mais ou menos como aqueles, da colecção do cavalheiro, que estão no Centro Cultural de Belém. Visitar aquilo faz-me sentir bem. Saio sempre de lá convencido que arte daquela também eu fazia. Mas bem feita.
Não gosto das obras do Berardo e fui ver uma e pensei o mesmo que tu:))))
ResponderEliminarMas que são apreciadas lá isso são...mas não contem comigo!
Hoje em dia é fino gostar daquelas coisas manhosas. Mesmo que não se faça a mais parva ideia daquilo que estamos a apreciar. Como uns patetas que olhavam embevecidos para uma tela com apenas dois riscos, um horizontal e outro vertical, exposta no CCB. Grandes parolos!
ResponderEliminarConcordo plenamente.
ResponderEliminarQuem irá pagar as obras?
Quando vi os andaimes pensei que se iria começar a recuperação do edifício, mas afinal não passa de um golpe publicitário.
ResponderEliminarQuem irá beneficiar?
Ou será já a campanha para as municipais?
Paga o Berardo, então o prėdio não é dele?!
ResponderEliminarTudo tem o seu timing. Mas de certo a espera vai valer a pena.
ResponderEliminarPedro
ResponderEliminarSerá que vai valer a pena?
Vou esperar para ver.
Se lá for, será apenas pelos azulejos.
Então e agora?
ResponderEliminarSegundo se diz, o homem deve 500 milhões de euros.
Será que os vai pagar com as cobranças de entrada no museu de Estremoz.
Nah...para resolver isso da divida - alegada divida, pelo sim pelo não - a CGD aumentou as comissões bancárias.
ResponderEliminarJoaquim
ResponderEliminarMuito interessante, no entanto interrogo-me sobre qual a dificuldade em arranjar um espaço condigno para a coleção de material agrícola existente nos barracões junto aos depósitos da EPAC, material esse, maioritariamente “oferecido” por Estremocenses, que já esteve exposto num espaço a que foi dado o nome de “Museu da Alfaia Agrícola”. Espaço sempre muito mal tratado pela câmara de Estremoz.
Outro museu?! Dasss... Ainda digo como aquela personagem do Eça quando instado a contar o que tinha achado de Jerusalém. Temos mais espaços culturais do que Lisboa, irra!
ResponderEliminarFernando
ResponderEliminarEntão o que pretende?
Terra limpa?
Isso, pelo menos, não tem custos...
ResponderEliminarCoitado!
ResponderEliminarCaro Anónimo Joaquim Fernando Pedro
ResponderEliminarSe quiser concretizar está à vontade. Caso contrário pensarei que é um idiota. O que não deve andar longe da verdade a julgar pelo comentários que tenho tido a paciência de aturar.
Fernando
ResponderEliminarPaciência de aturar?
Meu caro só lhe temos dado visibilidade.
Será que a merece?
Quanto a idiota, cada um a si se reconhece.
Pois. Deve ser isso.
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