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terça-feira, 10 de setembro de 2019

Trombalazanas!

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Lamento vizinhança, mas assim não dá. Sois uns barrascos. Porra pá, a merda do eco-ponto está mesmo ali – a cinco metros de distância – e vocês faz-me isto?! Depois venham para cá com cenas de proteger o ambiente, salvar o planeta e que os políticos são todos uns patifes que não querem saber das alterações climáticas para nada. Tá bem, tá. 

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Vai de cano...

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Não sou muito dado a essas cenas da ecologia, mas não gosto de ver desaparecer um regato e o seu curso natural ser conduzido para dentro de um tubo. Pode até, concedo, tratar-se de um obra-prima no âmbito da engenharia hidráulica. Admito que, para mais tratando-se de quem é, seja tudo legal, aprovado por toda a gente e todas as entidades com competência no assunto estejam de acordo com o procedimento. Nem isso, sequer, me interessa. O que me importa – incomoda, vá – é que estão a brincar com a natureza e ela, seguramente, um dia vai vingar-se. Nessa altura alguém pagará a conta. E, desconfio, não vai ser o Bernardo, ou lá o que é que chamam ao homem.


 

domingo, 24 de setembro de 2017

Insecticida ecológico

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Hoje foi dia, cá pelo quintal, de preparar o inseticida biológico. Uma solução de vinagre e açúcar que, espero, atraia toda a espécie de insectos. Nomeadamente as moscas da fruta que, presumo, devem estar por aí a chegar e que, só por si, são gajas para destruir parte significativa da produção de laranjas, as maganas.


Este método contraria aquela velha máxima que garante não ser com vinagre que se apanham moscas. Apanham e não são poucas. Dentro de algumas semanas – se não for antes ou não me esquecer – darei noticias do holocausto entomológico em perspectiva e que demonstrará à saciedade quanto errada está essa ideia.


Espero que nenhum amiguinho dos insectos venha para aqui recordar-me que as moscas têm tanto direito como eu a viver neste planeta. Só para não ter o trabalho de o mandar à merda.