1 – Não posso chamar “preto” a um cidadão negro. Ai de mim que chame “cigano” a um cidadão de etnia cigana. É melhor nem me atrever a apelidar de “paneleiro” um desses cavalheiros a quem chamam agora homossexual. Se insistir nesta linguagem, com sorte, a malta do politicamente correcto desata a insultar-me e, com mais azar, um Observatório ou Comissão qualquer aplica-me uma multa. Já se chamar múmia a todos os idosos de quem não gosto, ninguém se aborrece. Modernices. Ou algo mais que não me apetece referir. Prefiro deixa-los em paz na sua ignorância.
2 – Um desses Observatórios veio também considerar que, no Carnaval, máscaras de cigano ou africano são um acto de racismo. Não há noticia, por enquanto, que homens vestidos de mulheres, ou o contrário, constituam uma espécie de sexismo ou outro “ismo” qualquer. Vá lá saber-se porquê. Talvez a medicina explique.
3 – Há muita gente que fica escandalizada por alguns comerciantes colocarem sapos de louça no interior dos estabelecimentos. O mesmo nível de indignação não acontece se a decoração envolver, por exemplo, louça das Caldas. Pelo contrário, até acham muita piada a esta última. O que, lamento, constitui uma clara discriminação no âmbito da louça decorativa. Os decoradores de interiores que se cuidem.
O dito mundo moderno entrour numa especie de labirinto, do qual só se sai por um alçapão pós-moderno.
ResponderEliminarAinda assim existem duas Casas do Preto, uma em Sintra que vende queijadas com este nome há mais de 90 anos e um Restaurante Hotel em Pitões da Júnias no Gerês.
ResponderEliminar1 - Ando já farta destas "discriminações". Já se chegou a um ponto que não podemos abrir a boca!
ResponderEliminar2 - Outra ... que ando a ficar farta
3 -
Adoro estas suas "crónicas azedas"
Beijinhos, Kruzes
Dia Feliz
O mundo moderno está cheio de malucos!
ResponderEliminarHá quem tenha "Preto" como apelido ou como alcunha. Penso que um ano destes um treinador de futebol foi expulso do banco por gritar para um jogador da sua equipa marcar o "Preto", alcunha pela qual conhecia o jogador adversário, que até era branco, potencial alvo de marcação. Como havia vários jogadores negros em campo o árbitro não esteve com mais aquelas... Cá pela terra também havia um cavalheiro conhecido como o Zé Preto, alentejano de gema!
ResponderEliminarAndo cá com uma vontade de discriminar esta gente que vê discriminação...
ResponderEliminarCumprimentos
Os observatórios como lugar geométrico do nepotismo e da lei de Parkinson no Portugal dos Pequeninos
ResponderEliminarPublicada por Pertinente: https://impertinencias.blogspot.com/2021/03/os-observatorios-como-lugar-geometrico.html
Enviaram-me uma lista dos "Observatórios" existentes em Portugal que circula por aí e parece ter algumas imprecisões. Ainda assim, a lista é impressionante: 119 observatórios, cada um com uns quantos apparatchiks o que perfaz centenas de tenças. Suspeito que a maioria desses observatórios tenha sido criada por governos socialistas, mas os governos do PS-D não devem estar inocentes.
Re-envio com um abraço. Para se precaver...
Obrigado!
ResponderEliminarCumprimentos