domingo, 12 de março de 2023

Azelhices

1678635986506


1 – Desde a recuperação desta entrada na cidade que, num evidente desrespeito por quem anda a pé, nenhum dos muitos pinos que foram derrubados pelos automobilistas mais azelhas foi reposto pelos serviços da autarquia. Hoje foi mais um deitado abaixo. Se o “protocolo” habitual for cumprido, os diligentes serviços municipais amanhã tratarão de repor a calçada e recolher o pino. Quanto aos peões que se lixem. Encolham-se e encostem à parede. O que é uma chatice. Está toda cagada.

2 – Diz que haverá restaurantes a sugerir que o cliente dê gorjeta ao empregado que lhe prestou o serviço pelo qual pagou o preço previamente estipulado. Caso para a ASAE intervir, parece-me. É que isto, no âmbito da gratificação, ou há moralidade ou comem todos. Senão ainda acabamos a dar gorjeta à menina da caixa no supermercado.


3 – No tempo do Passos o SNS funcionava tão mal, mas tão mal, que os bebés nasciam em ambulâncias. A coisa era tão má, mas tão má, que ao ministro da saúde chamavam o dr. Morte. Agora os bebés nascem em Uber’s. Não digo chamar nomes ao ministro, mas, ao menos, já ia uma grandolada.

5 comentários:

  1. É caso para se comentar: Mudam-se os tempos e os ventos, mantêm-se as m....ma...cacadas!

    ResponderEliminar
  2. Por tema:
    Os pinos são um negócio sinistro de qualquer câmara. Não ajudam ninguém. Deviam arrancá-los e vendê-los a peso para material bélico, coisa que dá muito lucro.
    As entradas de Estremoz eram lindas e simples. Quem estragasse ficava sem carta para o resto da sua vida.
    Há muitos anos que os bombeiros eram os parteiros na província. E com bons resultados. Gravidez e parto não são doença. Há ministros que são doentios ou fatais.
    Aprendi, pelo exemplo, que se pode dar gorjeta conforme o serviço recebido. Não é uma obrigação e nunca dar mais de 10% da despesa. Ninguém, nem a CRP, tem algo a ver com o que eu faço ao meu dinheiro.

    ResponderEliminar
  3. Neste local os pinos ou outra barreira qualquer são essenciais para a segurança de quem anda a pé.

    ResponderEliminar
  4. Desde 2018 já desapareceram mais de metade dos pinos. E não consta que tenham sido roubados.

    ResponderEliminar
  5. Nunca será com pinos. Será com indemnizações avultadas.
    Na Suécia, em 1960, quem fosse apanhado com sinais de alcoolismo (não havia máquinas nem análises mas havia o não se conseguir fazer o quatro) perdia o emprego por justa causa e ficava sem carta de condução para o resto da vida.
    A Suécia era o país socialista mais avançado no mundo.

    ResponderEliminar