Não acredito que os meus leitores se lembrem deste post, publicado no longínquo dia catorze de Julho de 2006. Primeiro porque já lá vai muito tempo, segundo porque têm mais em pensar – coisas importantes, nomeadamente – terceiro porque se estão nas tintas para o que aqui é publicado – fazem muitíssimo bem – e, finalmente, porque ninguém lê blogues. Principalmente os meus leitores.
Mas eu, que até leio blogues, lembro-me. Achei, na altura, piada ao facto de alguém – um “zovem”, provavelmente - ter perdido algum do seu precioso tempo a pintar as unhas da estátua. Tarefa inglória, acreditava eu, porque mais dia menos dia alguém, munido de uma ferramenta apropriada ao efeito, trataria de limpar os pezinhos do Santo André. Afinal não foi tão rápido quanto supunha mas, muito mais tarde do que seria de esperar, o santo deixou de ter o aspecto abichanado que durante tanto tempo exibiu.







