Como os mais atentos devem ter reparado os posts desta semana foram todos programados. Isto é, foram escritos durante a semana de
A partir de amanhã tudo regressa à normalidade. Espera-se.
Como os mais atentos devem ter reparado os posts desta semana foram todos programados. Isto é, foram escritos durante a semana de
A partir de amanhã tudo regressa à normalidade. Espera-se.
Compreendo que haja quem se sinta incomodado com o que escrevo neste blogue e venha depois para a caixa de comentários descarregar a sua ira. Não lamento o incómodo e estou-me perfeitamente nas tintas para a indignação mal digerida e algumas invejas recalcadas, até porque nunca aqui se pretendeu ofender ou atingir alguém na sua honra ou dignidade. Já o mesmo não se pode dizer de alguns comentadores residentes – ou comentadoras que também nestas coisas as mulheres não gostam de ficar atrás - que, protegidos pelo anonimato, reunem a coragem possivel, concentram toda a sua capacidade intelectual e conseguem, depois de muito esforço, escrever uma linha com meia dúzia de palavras que jamais ousariam pronunciar nas imediações dos visados. São uns valentões.
Com as certezas habituais nos gajos que estudam estas coisas, foi anunciado – prometido diria eu – que iríamos ter o Verão mais quente de sempre. Culpa do chamado aquecimento global, ao que parece. Garantiam-nos os alarmistas de serviço que íamos suar as estopinhas, quiçá derreter, e que essa é uma inevitabilidade reservada pelo futuro àqueles que sobreviverem às cada vez mais frequentes ondas de calor.
Nada disto se tem confirmado. O que faz com que estas anunciadas catástrofes não sejam levadas a sério pelas populações que, cada vez mais, desconfiam das capacidades de quem as anuncia e dos interesses que estão por detrás delas. E isso não é bom. Mas mesmo nada bom.
Recordo-me de em tempo não muito distante ter lido no jornal local um artigo de opinião onde se fazia o elogio do quiosque existente na alameda do Rossio Marquês de Pombal. Quem o lesse e não conhecesse o espaço em causa, era levado a pensar que estaríamos perante um estabelecimento de excelência, daqueles a que a ASAE não hesitaria em atribuir uma qualquer menção honrosa, se por acaso as tivesse. Um lugar de culto, até.
Infelizmente não é assim. O local é um amontoado de tralha em plena zona nobre da cidade e que não aparenta melhores condições para servir o público que o seu congénere mais moderno situado uns metros a nascente. Antes pelo contrário. Por exemplo nem dispõe de instalações sanitárias constituindo um mistério, ainda por revelar, o local onde os clientes vão mandar uma mija ou simplesmente lavar as mãos…