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domingo, 10 de julho de 2022

Criatividade dispensável

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Hambúrguer vegan já não constitui motivo para assombração. A nova tendência do mercado é inventar coisas parvas para agradar às minorias. Não que isso, só por si, seja mau. Deplorável é pretenderem, quase sempre dissimuladamente, que essas aberrações se transformem no novo normal. E parece que nada lhes chega. Querem ir sempre mais longe. Como se o conceito não fosse já suficientemente aberrante, uns macacos quaisquer tiveram a ideia de criar um hamburguer que, além de vegan, terá sabor a carne humana.


Preocupante, nisto, nem são as cenas esquisitas que aquela macacada inventa. Nem, tão-pouco, o que come. Se gostam de ervas que comam, fumem ou o quer que façam com elas. Inquietante é aquilo do sabor. Como é que eles sabem o sabor da carne humana? E quem, com o juízo em razoável estado de conservação, vai querer comer uma coisa dessas? Afinal o outro é que tem razão...isto do veganismo, mais do que malucos, é coisa de gente perigosa.

segunda-feira, 8 de abril de 2019

Pronto, comam só as batatas...

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Cada um sabe de si e das suas opções. Daí que pouco me importa que haja quem opte por não comer carne. Ou peixe. Ou feijões. Desde que limitem estes ideais às respectivas cozinhas é lá com eles. Por mim podem passar a vida a ingerir vomitado de unicórnio, que é o que menos me apoquenta.


Mas a tolerância não é o forte dos militantes destas novas causas alimentares. Bem pelo contrário, se atentarmos no que andam a fazer uns quantos obcecados com isto dos morfes. Embora pouco noticiado pelos média, os ataques de terroristas vegans a talhos, matadouros, quintas, restaurantes e até a incautos cidadãos tê-se sucedido em diversos países ocidentais. Os únicos onde esta gentalha, aproveitando a democracia que não sabem respeitar, ousa tentar impor aos demais a sua vontade. Nos outros levariam um tiro nos cornos.


Reitero que, desde que não me aborreçam, pouco me interessa o que comem ou não. Se quiserem comam só as batatas e deixem a carne de lado. Não me podem é impedir de comer os bifes que eu quiser. Isso era coisa para me chatear.

domingo, 7 de abril de 2019

Vão mas é fazer festinhas ao animal...

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Os amiguinhos dos animais voltaram ontem a manifestar-se em Lisboa. Pelos direitos dos bichinhos, argumentaram. Por mim, embora não me manifeste, também acho que os bichos devem ter direito a ter direitos. Nomeadamente o direito a não serem mal-tratados. Para além disso não estou, assim de repente, a ver que outros direitos devem ser concedidos à bicharada.


Muitas daquelas pessoinhas pugnam pelo direito de não serem usados na alimentação humana. Mas isso, convenhamos, é uma coisa assim a atirar  para o parvo. E doentio, já agora. Contra-natura, também. Eles que experimentem – numa realidade paralela qualquer, obviamente – contrariar a natureza, impondo um regime em que nenhum animal seja comido por outro, e vão ver o sarilho que arranjam. Um leão ou um crocodilo vegan seria algo interessante de ver...