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sexta-feira, 15 de julho de 2022

Não sejam piegas, pá!

Nunca, como agora, os bancos tiveram tanto dinheiro depositado. Contudo os portugueses continuam a chorar-se. Ou seja, a lamentar-se da falta de guito. Ora, partindo do principio que não são os estrangeiros que vêm cá depositar o seu dinheirinho, há aqui qualquer coisa que não bate certo. É que isto parece o dia seguinte às eleições. Ninguém votava no Ventura mas, vai-se a ver, o homem teve o resultado que se sabe. Com o dinheiro é a mesma cena. Quase todos garantem não ter a ponta de um chavo, mas que “ele” está amontoado na banca lá isso está. De resto os sinais exteriores de riqueza do tuga estão aí. Audi’s, BM’s e outros que tais são aos pontapés. Gasolina e gasóleo a mais de dois euros (quatrocentos e quatro escudos, porra!) cada litro e, mesmo assim, o transito é o que se vê...


Apesar da comiseração que suscita a magreza do salário mínimo, desconfio que até aos que o auferem lhes dá para muito mais do que apenas para os alfinetes. Admito estar enganado, mas da observação do parque automóvel dos quatrocentos (ou serão quinhentos?) funcionários do município cá da terra – 80% ganham o SMN ou pouco mais - não consigo tirar outra conclusão. Não que, obviamente, isso constitua qualquer espécie de problema. Antes pelo contrário. Chato, chato é estarem sempre a queixarem-se. De barriga cheia, pelo que aparentam.

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Todos uns piegas, é o que é...

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Diz que, por comparação com 2015, há em Portugal mais mil trezentos e tal milionários. Condição a que se chega quando o património da criatura atinge, mais ou menos, o milhão de euros. O número, ao que consta, tende a aumentar. E muito, ao que parece. Segundo os gajos e as gajas que estudaram isto da riqueza acumulada – a tal que a filha do ex-terrorista Camilo quer atacar – nos próximos cinco anos a quantidade de ricaços com este nível de fortuna deve ultrapassar os setenta e seis mil.


Não farei, quase de certeza, parte desse número. A menos que as bolas do euromilhões acertem com os palpites da sociedade em que invisto nesse jogo do demo. Mas, mesmo assim, fico satisfeito por haver cada vez mais gente endinheirada. O que me desagrada é ver a indignação que o facto suscita. Uns invejosos, é o que é. Por mais que chorem baba e ranho, ou vertam lágrimas de crocodilo pelos probrezinhos coitadinhos, não me comovem. Querem lá eles saber. Nem, tão pouco, acredito naquela treta do cada vez mais ricos e cada vez mais pobres. Tretas, reitero. A mesma análise revela que a riqueza média de cada português também subiu em relação ao ano passado e que mais de 55% dos tugas possui um património entre dez e cem mil dólares. O que confirma, se tal ainda fosse necessário, tudo aquilo que os geringonços têm vindo a afirmar acerca da tragédia a que o governo do Parvus conduziu o país...