quinta-feira, 31 de agosto de 2023

Empatia, muita empatia...até chateia tanta empatia.

1 – Um conhecido figurão, em entrevista divulgada numa revista de publicação semanal, assegura que fica doente quando fala de dinheiro. Já somos dois. Acontece-me sempre o mesmo quando me lembro o que gente como esta tem custado à metade dos portugueses que pagam impostos.


2 – Garantem alguns especialistas em comportamentos empáticos que os portugueses não sentem empatia pelos mais vulneráveis. Pode ser que assim seja, mas convém não generalizar. Desconfio que a esmagadora maioria dos portugueses que trabalham, quando olham para o recibo de vencimento ou para a Declaração anual de IRS, até ficam espantados com tanta empatia.


3 – Em Janeiro do próximo ano entrarão em vigor mais umas quantas taxinhas. Garantida já está aquela sobre as embalagens de alumínio do take away. Em estudo estará também a introdução de outras sobre as mais diversas embalagens. Talvez seja desta vez que, aproveitando esta onda dos impostos verdes e fofinhos que ninguém se chateia por pagar, comecem a taxar os preservativos. A receita podia servir para financiar políticas de apoio à natalidade, ou isso.

2 comentários:

  1. A Empatia recorda-me o Empatar a Tia.
    Entre as entidades malignas (mau português *) existem as bruxas.
    Conhecidas por empata fadas.
    ( * ) não há entidades benignas

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  2. Essa cena da empatia é coisa própria de empatas. Que são aqueles que não marcam nem deixam marcar.

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