Uns quantos nómadas digitais queixaram-se das condições de vida no país, nomeadamente em Lisboa. Tudo demasiado caro, come-se mal e a população não nutre por eles especial simpatia são, entre outras, as principais queixas. A reacção não se fez esperar e foi a óbvia. Vão para a vossa terra, responderam nas redes sociais inúmeros portugueses. A óbvia, digo eu, porque para mim quem não está bem muda-se. No entanto a ausência de reacção das mais variadas “associações”, “observatórios”, “comissões” e intelectualidade variada, que habitualmente se abespinham sempre que essa coisa de regressar à terra de origem é sugerida a alguém, deixa-me perplexo. Será que estamos perante uma forma de intolerância valorizável? Quiçá uma xenofobia do bem, até. Ou a recomendação de voltar para a respectiva terra apenas é considerada ofensa – um crime, quase – em função da cor da pele ou da distância a que fica o país de origem? Se calhar, sim. O que é intolerável, convenhamos.
As indignaçòes dos tempos pós modernos são claramente selectivas(conforme as cartilhas seguidas). Não sejam chonéfobos pá.
ResponderEliminarGentes que procuram refugio cá fogem de guerras e atrocidades, recebem por muitos portugueses o que dizes, esquecendo-se que quando esses portugeses emigram também querem que sejam bem acolhidos. Pior do que isso, é ver a dantesca rede de imigração ilegal cujos portugueses não se importam nada de os manter em cativeiros. Até no futebol!
ResponderEliminarTal como foi a vinda de milhares das ex-colónias ninguém me acusou de nada mas fiz-me à vida com garra e consegui e não consigo aceitar muito do que oiço e leio!
Aqui existem várias comunidades e trabalham bastante e respeito a todos!
Termino a dizer que é muito difícil calçar os sapatos de quem mais sofre.
Beijos e um bom dia
Cá para mim tem a ver com o país de origem e com a cor da pele
ResponderEliminarSó aparecem quando convém (organizações)
Beijinhos, Kruzes
Feliz Dia
O foco do post não é esse. A questão que suscito é que a uns estrangeiros pode-se mandar para a terra deles e a outros não. Esta dualidade de critérios em função da origem e da carteira é que acho ridícula e condenável.
ResponderEliminarCumprimentos
É a ditadura do politicamente correto...
ResponderEliminarSem dúvida. Eles têm é ódio ao ocidente. Citando o chefe da comunidade islâmica em Portugal, "quem não se sente bem, vá-se embora". Todos, acrescento eu, brancos ou pretos, pobres ou ricos.
ResponderEliminarCumprimentos
Eu gostaria de vos relembrar, cantada pelo grupo Rio Grande, em:
ResponderEliminarhttps://www.youtube.com/watch?v=1HQLggte01I
Com letra de João Monge e música de João Gil.
Muito bom!
Só observatórios são 119, segundo o Impertinências.
ResponderEliminarAs outras "coisas" são muito bons recipientes de cozinha: tachos com um chefe, cinco subchefes, 10 APN, 25 secretárias, 30 chauffeurs.
Nota: APN é sigla de assessor de porra nenhuma.
Continuando... Este país ´é o país do <>. Mas é tabu (vergonha) dizer em que áreas ou de que dinheiros dependemos.
ResponderEliminarVivemos há décadas de esmolas de UE. Milhões por mês que não fazem diferença pois os €€€ dados correspondem a 3% das despesas da UE.
Musica a sério!
ResponderEliminarHá que empregar a rapaziada do(s) partido(s)!
ResponderEliminarÉ RSI da Europa!
ResponderEliminarO repatriamento é apenas para quem não quer ficar e ou por outra causas judiciais. Julgo eu!!!
ResponderEliminarBeijocas
As máquinas têm disto: transformaram a palavra depende, enquadrada por <> num <>.
ResponderEliminarEscrevi que isto é o país do depende (agora sem enfeites).
Tive um colega (sabedor e inteligente) que dizia (após o glorioso 25) que mandava todos os pretos (andavam a estragar este país) para o seu país de origem e que, a meio do voo, abria os o alçapão do fundos dos aviões, acrescentado "preto não sabe nadar".
ResponderEliminarNa altura não havia racismo. Havia vergonha na cara.