domingo, 12 de abril de 2020

Morrer da cura...

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Esta imagem seria praticamente impossível de capturar às seis da tarde de um dia qualquer na estrada nacional quatro, que liga o Montijo à fronteira do Caia, antes desta coisa do vírus chinês. Agora está assim. Deserta. Se, como dizia o outro – seja ele quem fôr – as estradas são sistemas de veias e artérias de um organismo, então, perante um cenário destes, não me parece descabido concluir que esse organismo estará a dar as últimas. Desconheço quanto tempo um corpo resiste se o sangue não circular. Não será muito, certamente. Um país, talvez um pouco mais. Quanto, vamos descobrir um dia destes...

6 comentários:

  1. Anónimo12:04 p.m.

    Ooppss, um pensamento a atirar para o negativo.
    Boa semana, de preferência com saúde.
    Ass: António, o Repórter

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  2. Também questiono o mesmo...

    Boa semana

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  3. Mesmo sem ser especialista da especialidade começo a duvidar se é este o caminho...

    Boa semana e...saudinha da boa!

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  4. Talvez outros paises possam aguentar... que o nosso aguente mais outra declaração de estado de emergência - ou as que apetecerem ao Marcelo - duvido muito. Espero estar enganado!

    Boa semana e muita saúde!

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  5. Anónimo7:17 p.m.

    Para se perceber que isto é só para ladrões, há uma empresa de auto-estradas que quer que o estado lhe pague o cacau da falta de movimento.

    Abraço, KK
    ao

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  6. Nacionalize-se, que as estradas são do povo!

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