
Outra semana de teletrabalho. Daquele a sério. Nada de confusões com outra coisa que, diga-se, também está muito em moda por estes dias mas que se me afigura ser mais teledescanso.
Gosto da ideia de teletrabalhar. É uma cena catita. Terá vantagens e desvantagens, tanto a nível individual como colectivo. Cada um saberá de si e como aproveitar as primeiras e minimizar as segundas. Para mim é essencial manter as rotinas. Cafézinho a meio da manhã, não facilitar nos horários e só não me visto de fato e gravata porque habitualmente não uso.
Colectivamente, enquanto país, esta poderá ser uma oportunidade para dar um enorme salto. Nomeadamente, embora aí num prazo mais dilatado, para o interior. Trabalhar a partir de casa pode constituir o incentivo que tem faltado para travar a desertificação de uma imensa parcela do território. Com essa opção apenas sairia daqui quem, muito legitimamente, o quisesse fazer. Ou tivesse pais ricos.
Acredito que esta ideia de teletrabalho poderá ter os seus frutos no futuro.
ResponderEliminarQuem sabe não trava a desertificação no interior?
Acho boa ideia!!
Beijinhos
Boa Noite
Concordo plenamente!
ResponderEliminarBeijos e um bom dia
Manter o ritmo, os hábitos, é fundamental física e psiquicamente.
ResponderEliminarNa minha situação de aposentado, não há teletrabalho mas as teclas assumem uma distracção imprescindível. Mesmo assim, por vezes perco a noção do tempo e do espaço.
Continuação de uma boa semana, caro KK.
Abraço
Ass: António, o Repórter
Para alguns sectores acredito que será o futuro. Mas, também acredito, terá muito entraves. A começar, desconfio, pelos sindicatos.
ResponderEliminarCom o preço das casas ao nível que está, nomeadamente nos grandes centros, isto seria a solução ideal...
Saudinha da boa!
Obrigado!
ResponderEliminarUm dos motivos - se não o único - que mantenho o Kruzes é essa mesmo. Faz-me bem.
ResponderEliminarCumprimentos e continuação de boa saúde, caro Repórter!
Vamos ver se com tudo isto vêm esses avanços...acho que vão estar tão ocupados com tentar retomar a estabilidade que vamos lutar por voltar ao de sempre ignorando o que se aprendeu disto. Normalmente é o que se passa quando um país se está a tentar manter à superfície, sobreviver.
ResponderEliminarPode ser/espero estar errada...espero mesmo...e que se tenha aprendido muito e se melhore muito depois de tudo isto.
Relativamente à crise anterior comecei muito cedo a desconfiar que isto ia dar para o torto. Cansei-me de a prever nestas páginas. Agora sinto um estranho optimismo. Não sei porquê mas acho que não vai ser tão mau quanto por aí se anda a supor...
ResponderEliminarEspero que tenhas razão
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