
Esta imagem seria praticamente impossível de capturar às seis da tarde de um dia qualquer na estrada nacional quatro, que liga o Montijo à fronteira do Caia, antes desta coisa do vírus chinês. Agora está assim. Deserta. Se, como dizia o outro – seja ele quem fôr – as estradas são sistemas de veias e artérias de um organismo, então, perante um cenário destes, não me parece descabido concluir que esse organismo estará a dar as últimas. Desconheço quanto tempo um corpo resiste se o sangue não circular. Não será muito, certamente. Um país, talvez um pouco mais. Quanto, vamos descobrir um dia destes...
Ooppss, um pensamento a atirar para o negativo.
ResponderEliminarBoa semana, de preferência com saúde.
Ass: António, o Repórter
Também questiono o mesmo...
ResponderEliminarBoa semana
Mesmo sem ser especialista da especialidade começo a duvidar se é este o caminho...
ResponderEliminarBoa semana e...saudinha da boa!
Talvez outros paises possam aguentar... que o nosso aguente mais outra declaração de estado de emergência - ou as que apetecerem ao Marcelo - duvido muito. Espero estar enganado!
ResponderEliminarBoa semana e muita saúde!
Para se perceber que isto é só para ladrões, há uma empresa de auto-estradas que quer que o estado lhe pague o cacau da falta de movimento.
ResponderEliminarAbraço, KK
ao
Nacionalize-se, que as estradas são do povo!
ResponderEliminar