
Uma campanha publicitária actualmente em curso questiona-nos se podemos mudar o mundo sentados no sofá. Uma questão pertinente, essa. Mas, tal como os criativos que a engendraram, também acho que se pode contribuir para isso mesmo sem sair de casa. Pode-se até, disso tenho a certeza, fazer muito mais do que aqueles profissionais do protesto - há quem lhes chame activistas - que passam a vida em manifestações patéticas.
Como aquela de Londres, por exemplo, onde uns quantos apanhados do clima estão acampados em protesto, dizem, contra as alterações climáticas e a falta de medidas para as combater. Calculo que tenham muitas ideias e que, individualmente ou em conjunto, se fartem de contribuir para um planeta mais saudável. Embora, assim de repente, não pareça nada. Deixando de lado certas práticas que, desconfio, a maioria daquela malta não prescinde, basta olhar para os cabelos pintados em cores sortidas, que quase todas as manifestantes exibem, para se perceber quanto estão preocupados e o que contribuem para a preservação do ambiente. Ou vão alegar que a tinta para tingir o cabelo não polui nadinha?!
Adendas ao Dicionário:
ResponderEliminarActivista = cãomunista
Fassista = cãodireito
Já agora, gostaria de sabem aonde defecam e urinam — para não falar em vomitados.
ResponderEliminarFelizmente que 83% dos plásticos nos oceanos provêm dos rios da Ásia. Dos rios europeus provêm uns gigantescos 3%.
Certamente estará de acordo que o problema está nos 3%...são europeus, logo muito piores e muito mais poluentes.
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