
Diz que os alunos de uma escola secundária foram para o campo, a berma da estrada no caso, colocar barreiras que impeçam os anfíbios – sapos e quejandos - de atravessar a via. Podia-lhes dar para pior. Ou, por outro lado, podiam ter-lhes arranjado ocupação pior. Ficar na escola a ouvir palestras, com palestrantes pagos pelo Estado, acerca das virtudes da homossexualidade, por exemplo. Que, parece, são agora cenas muito em moda. As palestras e isso da homo-coiso.
Anda um grande frenesim relativamente a estes bicharocos. Primeiro foi o sinal de trânsito e agora estas barreiras. Até tenho receio de imaginar o que virá a seguir. Mas, atendendo a que existem câmaras municipais envolvidas nesta macacada, não devo estar muito errado quanto ao que se segue. Quase aposto que se vão criar mais uns empregos para monitorizar os efeitos destas medidas, talvez um gabinete próprio para estudar novas soluções, elaborar um plano de salvaguarda – adjudicado a um gabinete amigo por um valor cem euros abaixo do limite do ajuste directo, naturalmente – e, lá mais para a frente, um centro interpretativo da vida dos anfíbios.
Podia prometer que engolia um sapo caso as minhas premonições não se concretizem. Mas é melhor não. Não quero ser acusado de maltratar os bichinhos.
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